segunda-feira, 14 de outubro de 2013




Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 49
 MEU PAI É AGRICULTOR!



Eu estava tentando ficar quieto, dando sossego ao meu corpo e mente, e, sobretudo ao meu espírito [...]; e fazia isto assentado num desses bancos de madeira [...], comuns em praça velha, coberto por uma “capela” de bambuzinhos que se derramam sobre o banco cansado de guerra, mas que me dá o maior aconchego [...].
Ora, dali [...] olhando o resto do quintal/jardim/casa/destelhada... [nosso quintal: onde se tem tudo de uma casa, mas ao ar livre...], com os três laguinhos que aqui fiz para minha diversão e prazer [lazer de alguns lindos sábados]; e olhando mais um monte de outras coisinhas [...], como uma casa/cacimba/amazônica, toda de madeira, com cara de velha [...]; ou um batistério de arquitetura com o estilo dos Essênios, conforme se vê em Qunram, no Mar Morto [...]; tudo feito por nós mesmos, usando material velho jogado fora aqui nas ruas do Lago Norte...
Amo ficar ao ar livre o dia todo, em nosso quintal/casa...
Além de tudo isso ainda há a impressão que causa a enorme quantidade de plantas e árvores [maiores e menores de tipo e naturezas bem distintas] — o que atrai uma passarada maravilhosa; de nobres “alma de gatos”, “bem-te-vis”, “sabiás laranjeiras” [...] a uma grande quantidade de outros mais de 15 tipos [...], sem falar nos periquitos, que nesta época abundam [...].
Portanto, enquanto via tudo isto [...] e ouvia o ruído meigo da maquina com a qual o Jove estava cortando a grama, com o subseqüente aroma que sobe de mato cortado à espera do rastelo [...], dei-me conta de que as nossas videiras estão lindas, cheias, carregadinhas de pequenos cachos; e produzindo uma bela sombra sob suas galhadas e ramagens [...] trepadas sobre a estrutura que as ampara...
Logo outra vez Aquela Voz...
Eu sou a Videira Verdadeira e meu é o Agricultor; todo ramo que estando em mim não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa, para que produza mais fruto ainda”.
Então lembrei como de todas as árvores que já cuidei na vida, nenhuma dá e demanda mais cuidado e carinho que a videira...
Para se amar uma videira tem-se que ter um amor que ama sem pena; com amor mesmo; visando a vida; e nunca a aparência...
Sim, pois pelo menos duas vezes ao ano, por vezes até três..., você tem que amar a videira, no auge de sua folhagem, tendo a coragem de podá-la toda, tirando ramo a ramo, folha a folha, deixando apenas os ramos que frutificam; e cortando os que não dão fruto..., mas que ainda assim existem na videira...
Os que dão fruto ficam na videira...
Os que não dão fruto o Jove joga num circulo de pedras que temos justamente para fazer fogueira e queimar galhos velhos no inverno...
O Agricultor, porém, tem que amar com amor mesmo; e não com mágicas amorosas...
Se Ele ama a Videira Ele tem que limpa-la, cortar pedaços dela; ou seja: o Agricultor tem que nela exercer a poda... Sempre... Todos os anos... Mais de uma vez cada ano...
O Agricultor também limpa em volta da videira... Cava o solo... Afofa o chão... E aduba ao redor, mas não tão próximo ao pé da Videira, que é para não alterar a qualidade harmônica e orgânica da terra... Assim, o Agricultor não põe o reforço no pé da Videira, mas no chão da terra [...] mais distante um pouco... Assim, o Agricultor põe o adubo de modo a que a Videira ponha suas raízes mais distantes [...] e sugue seus melhores nutrientes sem traumas para o caule...
Dói amar a videira quando é o tempo da poda [...]. Mas quem não a poda não a ama [...].
Vendo o Agricultor amar a Videira aprende-se que o amor tudo sofre, tudo espera e tudo suporta; e que o amor jamais acaba...
O Agricultor não pode amar com romance a Videira, buscando apenas os Seus próprios interesses e prazeres carinhosos... Não!... Ele faz o que tem de ser feito para que a Videira dê mais fruto ainda...
A relação do Agricultor com a Videira/Jesus/Discípulos/Humanidade [...] segue a lógica do amor que vejo no meu amor pelas minhas videirinhas; o que me põe no caminho do amor que corta, poda e limpa... — que é o Caminho do Deus Agricultor com o Cristo/Igreja/Humanidade...
Nunca nos esqueçamos que se na Parábola do Joio no Campo de Trigo, o campo é o mundo... — então, não se deveria pensar que o ambiente no qual a Videira esteja plantada seja outro além do chão do mundo; o que faz com que a Videira seja [...] numa relação intima e consciente [...] aquela que se confessa no vínculo Jesus/Discípulo/Humanidade; e na relação mais ampla, segundo a Ordem de Melquizedeque, a Videira é Cristo/Igreja/Humanidade...
Assim, tanto na perspectiva existencial quanto na coletiva, tem-se que Jesus/Cristo, como Videira, une Seu destino ao destino de Seus ramos; e se submete ao Pai no trato Dele para com todos os ramos, sejam eles os que conhecem a Jesus pelo nome, sejam aqueles que estão incluídos no Cristo/Videira, ainda que nunca tenham ouvido o nome Jesus com os ouvidos carnais...
Assim, vejo não somente a vida pessoal ou a existência comunitária que professa a fé com consciência de Jesus como sendo os únicos ramos da Videira, mas também toda a Humanidade/Ramo/Igreja, segundo a Ordem de Melquizedeque.
Desse modo, em meu olhar, cada acontecimento humano, seja individual ou coletivo ou até global, está carregado do amor do Agricultor que corta, limpa, poda e queima...
No Apocalipse se vê que o Cordeiro [a categoria redentora da descrição do Filho mais ampla existente nas Escrituras...] como sendo Aquele que vindima a Terra... Aliás, a linguagem do Apocalipse está carregada da idéia do trato do Agricultor em relação à Humanidade... Todas as etapas da relação do Agricultor com a Videira estão descritos no Apocalipse; a semeadura, a vindima, a poda, o lagar, o vinho... — porém, em associação à Humanidade...
Estamos nos aproximando de uma dessas Eras de Poda que o Agricultor exerce de tempo em tempo; e com mais aparência de gravidade tanto mais quanto do Fim nos aproximemos...
No tempo do Amor que Poda a única garantia para o ramo terá sido e é a sua permanência intrínseca e intima da Videira.
O Agricultor corta da Videira aquilo que é da Videira, embora tenha se tornado um pedaço dela que não se nutre Dela em essência...
O que se aprende também nessa imagem da Videira é que o amor do Agricultor é pela Videira antes de ser pelos ramos...
Ora, com isto também aprendemos que a única Humanidade que interessa ao Agricultor é aquela que se torna semelhante ao Filho do Homem!
A Meta de tudo é que a Humanidade seja a perfeita semelhança do Filho do Homem...
Assim, para o Pai, a Humanidade tem que ser como o Filho; do contrário, não é humana...
No Fim o Agricultor não soma e nem conta os ramos que se perderam, mas a Videira [...] cheia e linda; feita de todos os homens que se mantiveram firmes na única Videira...            
Desse modo se pode dizer que o Agricultor pratica no curso da História exatamente a mesma coisa que Ele pratica na Natureza como um todo: seleção natural...; pois, não é Ele quem arranca sem razão [...], mas apenas corta aquilo que não se mantém no fluxo da seiva da vida...
Portanto, muitos são chamados, mas poucos os escolhidos; e, estranhamente, os escolhidos são os que permanecem na sua vocação, que é existir da seiva da Videira.

Na Videira e em nome do Agricultor,

Caio
27 de novembro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

OUTRAS LEITURAS:


Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 50


ESCATOLOGIA E SOCIOPATIA CRISTÃ!
De:  leitura@caiofabio.com (leitura@caiofabio.com) 

Psicopatia é um termo que designa disfunções psíquicas em geral, especialmente relacionadas à neurose, psicose e paranóia, ainda que na Psicanálise o termo faça referencia mais especifica às perversões do comportamento sexual e afetivo; daí tais indivíduos serem também chamados de sociopatas.
Paulo diz a Timóteo na segunda carta que a ele escreveu que nos “últimos dias” os homens seriam sociopatas, cada vez em maior escala de sociopatia...
Ora, o que Paulo chama de o homem do fim é um ser em estado de sociopatia, pois, diz ele: serão egoístas, arrogantes, avarentos, enfatuados, arrogantes, irreverentes, implacáveis, desafeiçoados, sem afeição natural, sem domínio de si mesmos, antes amigos dos prazeres e dos caprichos pessoais do que amigos de Deus e do próximo; e isto tudo enquanto se manteriam com cara de piedade e religiosos, embora negassem Deus e Seu poder [...] pelo modo como se comportariam — ou seja: possuídos de sórdida ganância, fazendo comercio da fé e da boa e simples vontade dos homens, enquanto seriam extremamente sedutores, ao ponto de fazerem cativas deles mulheres carentes, e, portanto, vivendo sob o domínio das paixões da alma em descontrole e pânico de não haver amor na vida...
Ora, isto tudo Paulo diz que aconteceria dentro do grupo chamado igreja; sendo, portanto, uma advertência aos cristãos, aos discípulos; posto que Paulo tivesse certeza [dada a ele pelo Espírito Santo] que nos “últimos dias” as coisas seriam assim entre “os irmanos”...
A mim parece que faltam vários sinais a se cumprirem no mundo antes da volta do Senhor! Todavia, se há um sinal que já não necessita de maiores cumprimentos é esse que revela o estado sociopata dos cristãos e do que eles convencionaram continuar a chamar “igreja” [...] — quando a recomendação de Paulo é simples: “Foge também destes!”...
Nesse sentido o Cristianismo já o sinal do fim mais estabelecido que vejo diante de mim; pois, o que Paulo cria que haveria ainda de acontecer [...] entre nós se tornou fato simples do cotidiano...
A iniqüidade se multiplicou tanto que o amor já se esfriou em quase todos!...
Então surgiu o tempo da sociopatia fraterna; ou melhor: fratricídio...
Sim, surgiu o nosso tempo...
Ora, nesse tempo a Carta seria outro, a fim de agradar aos paladares dos cristãos e seus líderes atuais...
Leia: CARTA DE UM APÓSTOLO A SEU BISPO

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!

Nele, que nunca nos deixou sem aviso,

Caio
Lago Norte
Brasília
DF
LEITURA EXISTENCIAL DE II TIMÓTEO 2: 14-26
PARA NÃO TE LEMBRAR QUE TU ME DEVES ATÉ A TI MESMO!  



Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 51



JESUS CRISTO GOSPEL PEDE ORAÇÃO!
CARTA DE PAULO A UM JOVEM MUITO TÍMIDO
www.caiofabio.com

ELE ACEITA NOSSA ADMIRAÇÃO, MAS QUER NOSSA AMIZADE!
De:  leitura@caiofabio.com (leitura@caiofabio.com) 
Enviada: quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 16:14:25
Para:  profgonzaga@hotmail.com (profgonzaga@hotmail.com)

Há tempos em que os pais se satisfazem em que os filhos os admirem e falem deles como seres bons e heróicos...
Depois de um tempo, todavia, tal admiração só os gratificará se expressar-se como relação, amizade e convívio de qualidade.
O nosso Pai que está nos Céus aceita o tempo de nossa admiração por Ele em razão de Seu Heroísmo Divino, como o Deus Maior, como o Todo-Poderoso!...
Porém, depois de um tempo, Ele espera que nossa admiração se torne amor confiante, desejo de intimidade, amizade.
Ou seja: um viver/existir Nele!
Sim, e um viver de tal modo consciente de ser Nele que não haja mais necessidade de que Ele nos faça nada a mais [...]
Isto acontece apenas quando Ele mesmo torna-se nosso tesouro, herança, galardão e recompensa de existir.
O Todo-Poderoso quer apenas ser Pai e morar na casa/ser dos filhos que Nele também fazem seus ninhos [...] e que Nele têm todo o seu prazer!
Que como filho seja Esse o seu sonho hoje e todos os dias de sua vida! — tanto em relação ao Pai como em relação aos seus pais; hoje e sempre. Amém!

Nele, que apenas quer ser meu amigo,

Caio
Copacabana
RJ
www.caiofabio.com


Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 52

ELES NÃO FALAM EM OUTRAS LÍNGUAS E NÃO ENTEDEM LINGUAGEM ALGUMA...
De:  leitura@caiofabio.com (leitura@caiofabio.com) 
Enviada: segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 16:09:11
Para:  profgonzaga@hotmail.com (profgonzaga@hotmail.com)

Aquilo que dia a dia mais me fascina na presente existência é justamente sua multiformidade; ou seja: sua total impossibilidade de ser percebida por um olhar ou apenas por um modo único de olhar a vida.
Por isto me interesso por tudo... Tento me pôr a par de tudo... Examino todas as coisas... E, assim, à Luz do Absoluto do Evangelho, depois de a tudo ver sem medo, retenho o que seja bom; ou seja: guardo de tudo [...] aquilo que se coerentiza com o fluxo do que Jesus chama Vida.
Para isto, no entanto, duas coisas são essenciais: a primeira é ter Jesus como Chave Interpretativa para Tudo na Existência; e a segunda coisa é não temer aproveitar nada que seja coerente, sensato e verdadeiro [...] apenas porque tal coisa não tenha sido explicitamente afirmada pelo Evangelho, embora mantenha sua coerência com o ensino e o espírito de Jesus.
Ora, a dificuldade de tal tarefa para os crentes é que na maioria das vezes, sem que um texto, uma descoberta ou um ensino não venham a se utilizar das terminologias “teológicas ou bíblicas” — as quais para os crentes religiosos são aquilo que designa a “verdade”; ou seja: a terminologia bíblia ou teológico/cristã é também a “Verdade” do ponto de sentir dos crentes... — são considerados heréticos pelos “cristãos” apenas em razão do vernáculo, e não do conteúdo.
Na verdade crente não sabe interpretar!...
Ou ele [o crente] ouve tudo conforme a linguagem do gueto, que é sempre a linguagem da seita [...]; ou seja: que diz dogmas que nada explicam, mas dão a sensação de continuidade e coerência aos ouvidos dos que apenas ouvem letras e nunca discernem o espírito da palavra dita e ouvida —; ou, quando assim não seja [...], então, eles [os crentes] rejeitam a mais cristalina Verdade de Deus apenas porque foi dita com palavras não usadas no gueto, ou foi expressa por um código de conhecimento científico, filosófico ou psicológico que no gueto não seja utilizado [...]; ou ainda: porque no gueto não se prepara ninguém nem para entender as Escrituras e o Evangelho, quanto mais para entender e interpretar a Verdade dita com palavras “pagãs” ou por mensageiros “não autorizados” em razão de não serem “cristãos” [...]; ou então por não falarem a nossa língua estranha de comunicação religiosa alienada.
Desse modo o “crente” só considera de Deus aquilo que se declare de Deus; e, por tal razão [...] o crente também não enxerga Deus onde de Deus não se fale ou não se use nada que tenha sido “consagrado” como palavreado de Deus entre os homens...
Esta foi a razão pela qual Jesus fez tanta questão de usar uma linguagem que não se conhecia...
“Por que não entendeis a minha linguagem?” — indagava Ele [...] enquanto falava a língua mais popular de Seus dias em Israel; posto que os Seus ouvintes entendessem o aramaico, mas ainda assim não compreendessem a linguagem de Jesus.
Leia: VOCÊ COMPREENDE A LINGUAGEM DE JESUS?
Meu exercício diário é entender as pessoas, os espíritos, as essências, posto que sejam essas coisas que correspondam à realidade ou à verdade do que esteja sendo dito; ainda que a linguagem ou os modos sejam diferentes dos códigos aos quais meus ouvidos tenham se habituado entender de modo relacionado às coisas de Deus.
Discernimento de espíritos e de essências é a verdadeira compreensão da linguagem de cada um, independentemente do que a pessoa fale ou de como diga o que diz.
Às vezes vejo a reação das pessoas a algo que esteja sendo dito, com verdade, embora com uma linguagem que em geral não invólucra a terminologia “cristã”... Na maioria das vezes as pessoas balançam a cabeça, ou fazem muxoxos, ou recriminam [...] — e isto apenas porque ouvem letras feitas sons, mas não ouvem a palavra, o conteúdo, a essência, o dito...
A forma mais sutil de idolatria é aquela que se vincula às palavras!
Sim! Não se faz ídolos de barro ou de pedra, mas de palavras, de letras, de formas de dizer e de nomenclaturas oficiais...
A grande idolatria dos Monoteístas é a idolatria das letras e das doutrinas fixas em terminologias mais santas que a Verdade.
Foi em razão da Idolatria à Torá [ou seja: das “Escrituras”] que Jesus não foi discernido e nem compreendido; posto que o culto a forma do dizer fosse mais importante do que o que Jesus dissesse e o que Ele fizesse como prova do amor de Deus.
Assim, foi e é o culto à palavra como imagem, como forma, como modo e como letra [...], justamente aquilo que mais impede as pessoas de discernirem a Palavra fora da Escritura ou do ambiente religioso e teológico.
Quem, todavia, não entende isto, jamais estará pronto para viver a compreensão da verdade nas linguagens mais estranhas deste mundo...
A ironia é que o “Pentecoste” dos crentes faz com que “falem em outras línguas”, mas não se façam jamais entender; ou, quando se fazem entender [...] mostram eles mesmos que nada entenderam do que ensinam e divulgam; ou, ainda, demonstram que existem para falar o que não compreendem, enquanto eles próprios não conseguem entender ou interpretar nada [...]; posto que o “Cristianismo” tenha se tornado uma religião sem interpretação [...], tamanha é a sua incapacidade de entender linguagens...
Um “Pentecoste” que nos faça falar em outras línguas, mas que não nos capacite a entender muitas linguagens, não é o Pentecoste, sendo apenas mais uma terminologia de seita gerar a presunção de algo que não se compreende...
O verdadeiro Pentecoste faz falar em outras línguas, tanto quanto nos faz entender todas as linguagens humanas; posto que o verdadeiro Pentecoste não seja um fenômeno “lingüístico”, mas sim um fenômeno de discernimento, encontro e compreensão do que a vida diz, não do que os indivíduos falem; posto que o que dizem sempre vem carregado do que eu não sou; sendo, portanto, essencial que eu transcenda as formas e me vincule aos espíritos a fim de discernir o que me dizem [...] pelo que são, e não pelo que apenas falem.
Pense nisso!

Caio
Lago Norte
Brasília
DF

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Rev. Caio Fábio ainda Fala 46, 47 e 48


EU SOU INIMIGO DO MUNDO INTEIRO?

“Não ameis o mundo, nem as coisas que no mundo há; pois se alguém amar o mundo o amor do Pai não está nele”.

Eu não gosto do mundo...
Eu gosto da vida!
Não gosto do mundo porque não gosto de vaidade, inveja, mentira, cobiça, arrogância, culto a aparência, ao dinheiro, à estética, ao “sucesso”, e, sobretudo, não gosto de como os homens tratam os homens segundo os modos e costumes do mundo.
Para mim o mundo é burrice feita único modo de existir; e isto segundo a gestão do diabo, que é o animador do mundo; em quem, aliás, o mundo jaz.
Gosto da vida porque ela é vida; porque ela é entrega...; é vontade do bem...; é gerar com esperança...; é comer paz e beber serenidade...
Sim, gosto da vida porque ela é natureza, é variedade de criaturas, é grandiosidade tecida por Deus em bilhões de anos...
Gosto da vida porque nela nada morre nem quando morre...
Gosto da vida porque nela não há mal; há apenas seqüência de vida se dando pela vida... Sim, pois viver é também saber que a vida se faz de entrega e sacrifício; pois, quem viverá depois de um ser vivo que, existindo..., não se deu por nada e por ninguém?...
Vivo no mundo; estou no mundo; minha missão é nele.
No mundo sou chamado a viver como sou: uma luz; sou chamado a manifestar o que há em mim: sabor de sal; sou enviado a viver entre lobos sem perder a pureza e a simplicidade dos cordeiros sem culpa...
Entretanto, o mundo não consegue me dizer nada além de sua loucura e de sua morte.
De fato eu não amo o mundo e nem as coisas que neles há...
Quando olho para trás vejo que o mundo me encantou na adolescência...
Então, aos 18 anos, encontrei Jesus mesmo; e vi o mundo; e percebi como ele todo jaz no maligno... E como eu encontrava o maligno todos os dias, de muitos modos e formas, minha convicção sobre “o que era o mundo” apenas aumentou com o tempo...
Aí vieram os anos 90 e o mundo pela primeira vez em minha vida adulta e responsável me encantou..., me enfeitiçou... e me derrubou de mim mesmo...
Sim, a verdade de minha alma me manda dizer que entre 1992 e 1998 minha alma surtou de impressões “boas” sobre o mundo [na mesma medida em que a “igreja” havia ficado “pior que mundo”...]; e, assim, julguei que eu tinha sido radical demais com o mundo.
Pobre mundo!... — pensei enganado.
Todavia, como Deus é bom, me ama, e, de alguma forma misteriosa, gosta de mim... — Ele mesmo derrubou minhas ilusões em tempo, antes que o mundo entrasse mais fundo em meu ser... 
O mundo é sedução na direção de tudo o que mata e faz sofrer; mas as pessoas entram assim mesmo...; pois, as promessas de prazer, de poder, de liberdade, de largueza, de abertura, de experiências, de maturidades, de inesgotabilidade de tudo... — é otariamente crida...
Sim, é crida; e isto ainda que o pavimento do caminho do mundo seja  feito de maldade, engano, mentira, ciúmes, invejas, tramas, egoísmo, e uma total insatisfação, mas que ganha o nome de ambição, a qual, aliás, passou a ser virtude no mundo dos negócios e em qualquer que seja o projeto de “sucesso”.
Sinceramente, não me entenda mal, mas preciso dizer que quem quer que ame o mundo... ou está completamente cego, ou, então, se fez filho do maligno sem sentir...; e, agora, serve ao diabo pensando que persegue um melhor modo de viver ou de marcar sua passagem pela vida.
Assim, amo esta manhã de sol...; amo a luz que é doce...; amo a boa comida e a boa bebida...; amo minha mulher, meus filhos, e, hoje, agora, neste instante, amo minha filha e meu netinho que estão aqui... enquanto esperam o igualmente amado Fonseca fazer uma carne para gente comer... Amo a criança que acabou de me ser trazida pelo pai, que trabalha aqui comigo, e que tem a mim e à Adriana como padrinhos... Amo o que seja vida, o que seja natureza, o que seja criação de Deus.
O mais, sinceramente, não me diz mais nada, não me seduz em nada, me cansa e me nauseia...; pois, sinceramente, há quem goste, mas, no meu sentir, o mundo é uma droga de inferno que entra nas veias, vicia e mata.
Pense nisto!...

Caio
8 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
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AUTO-ENGANO: o pior inimigo de todas as curas relacionais...

Quando a alma está em fuga da verdade, os primeiros sintomas são de negação, depois de transferência para outros, e, depois, de ódio por alguém que se pareça com o objeto de nossa negação; e, em havendo persistência, a pessoa se inimizará em relação a todo aquele que tente lhe abrir os olhos...
Existem fugas da verdade em relação a nós mesmos; ou em relação a quem amemos e não estejamos querendo enxergar em seus defeitos ou doenças de alma e caráter; ou em relação a quem quer que gostemos e que tenhamos idolatrado...
O pior auto-engano é aquele que se instala em nós como negação do que esteja acontecendo com a gente...
O segundo pior é aquele que nos faz negar que algo ruim esteja sendo feito e praticado por quem quer que amemos...
O terceiro pior auto-engano é aquele que nos faz transferir para outrem aquilo que deveríamos tratar com o implicado; mas que nós negamos para nós mesmos que seja aquilo mesmo que esteja acontecendo..., apenas porque tememos que a verdade desconstrua a pessoa ante os nossos olhos...
O quarto pior auto-engano é quando alguém que julguemos que nos deve algo, e que nos ama o suficiente para não nos deixar no engano, e nos diga o que é..., o que de fato está acontecendo...; ou seja: como são as coisas... Então, tal pessoa torna-se objeto de nossa antipatia; ou, então, dizemos que a pessoa não gosta da outra, simplesmente por que diz o que se não quer ouvir e ver...
O fato é que o auto-enganado que se veja como lúcido e verdadeiro, é a pior pessoa para sair do auto-engano uma vez que tenha cedido a ele...
Sim, pois tais pessoas fazem malabarismos mentais e históricos para fazer de conta que o mal vem de fora, vem de outro; ou está na cabeça dos que dizem..., mas que pelo auto-enganado não são ouvidos...
Eu só conheço um modo de acabar com o auto-engano: reunir os implicados; tratar nos olhos; ver quem diz a verdade; observar quem sustenta os fatos...
Entretanto, quem está no auto-engano não quer “acareações” na verdade...
Nem tampouco aquele que engana alguém que se auto-engana pelo amor e pela afeição..., não se dispõe a tirar nada a limpo na cara e direto...
Não! Tal pessoa opta pelas relações públicas individuais; um a um; tentando sempre dissimular; e nunca enfrentando os fatos; posto que saiba que não teria como sustentar sua dissimulação diante de quem já percebeu e viu...
Quando vejo gente dizendo coisa de gente em família, mas ninguém querendo enfrentar os fatos, para mim que fui criado com tudo sendo tratado na cara, não há como não pensar que um grande sistema de deliberado ou cultural auto-engano esteja em curso...
O pior é que deixar assim é a receita para as separações, para as suspeições; e, sobretudo, para a prevalência da mentira; sim, daquele que não quer trazer tudo ante aqueles que dizem: Não é assim...
Ora, alguém que ame quem engane ou dissimule, e que por isto se auto-engane a fim de não tratar do assunto com quem assim procede, não apenas se fará muito mal, mas fará mal a todo aquele que apenas almeje o bem na verdade; e, sobretudo, fará mal ao próprio individuo, o que engana e dissimula, pois, sem confrontação nunca há cura.
Ao contrário, o que dissimula e seduz vai aumentando seu compromisso com a sedução como arte de enganar...
Ora, tal coisa destrói o caráter...
Em Jesus a recomendação é simples e universal:
1.    Se teu irmão pecar contra você, vá ter com ele; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;
2.    Se, porém, ele não der ouvidos, leve mais um ou dois..., gente de confiança...; e chame o irmão à verdade; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;
3.    Se, porém, ele não ouvir..., leve o caso a um grupo maior, ao qual ambos pertençam, seja a família, a empresa, negócio ou a Igreja; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;
4.    Se, porém, ele não ouvir, considere-o como alguém que está em fuga da verdade; que decidiu fazer de seu erro a sua ideologia. 
Nesse caso, é deixar...
Deus cuidará dele...
O que não pode acontecer é que não haja mudanças em relação a ele. Sim, a pessoa tem que saber que não terá o patrocínio de ninguém para que viva no engano que deseja fazer passar por fato e razão...
Até hoje somente conheci uma pessoa que não lutou contra a verdade depois que conheceu Jesus. Sim, fosse em relação ao filho mais amado, ao neto mais amado, ao amigo mais amado, e, sobretudo, com relação a ele mesmo: o meu pai...
Todos os demais, mesmo os mais amantes da verdade, são seletivos até onde vão com as implicações da verdade...
Pena! Sim, pois quem ama o suficiente para dizer que não gosta do que alguém faça contra o fluxo da verdade, da vida e do bem comum, esse ama muito mais do que aquele que esconde e que faz de conta que tudo está bem...
Se o que digo servir para alguém, que se faça bom proveito!

Com amor Nele,

Caio
11 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
www.caiofabio.com

POR QUE VOC FOGE TANTO DE VOC MESMO?...

Somente existe liberdade interior e simplicidade de ações se houver amor no coração; e amor como ele é: sem fingimento e praticado em verdade clara e sábia; posto que não baste amar de algum modo..., por vezes amando sem consciência de que amor é uma decisão e uma escolha, sempre em bondade, justiça e verdade/realidade; visto que o amor é sábio e sabe se portar; por isso, não se realiza sem coerência com o tempo e o modo da sabedoria.
A simples definição acima soa utópica, ou assustadora, caso não seja utópica; e isto em razão de que a maioria vive em níveis tão básicos de raiva e de ressentimento, que, a simples expressão do que seja a liberdade pela via do amor [única liberdade possível], assusta; posto que pareça se distanciar como algo que seja alcançável por nós.
Ora, que dizer então do “conhece-te a ti mesmo”...? Ou do “sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração”...? Ou ainda da afirmação de “aquele que controla a sua própria língua é perfeito varão”...?
Interessante é que enquanto fugimos de nós mesmos nos inscrevemos para estudar Deus, para aprender teologia, ou para conhecer a vontade de Deus por revelação mística, ou mesmo para tentar saber o que nos aguarda no futuro; e indo mais distante ainda... acho muito interessante quando dizemos saber o que Deus pensa..., ou por que Ele fez as coisas como elas são...; ou quando reclamamos por não entendermos Quem Ele é ou a razão de Seus caminhos...
O homem diz que não consegue conhecer a si mesmo e nem escolher o caminho da liberdade pelo amor que se expressa em verdade e fatos de sabedoria — enquanto se candidata a saber Deus, a dizer Deus, a explicar Deus, ou a questionar Deus...
Sim, para dentro dele, do homem..., nada; mas em relação ao Infinito, o homem quer saber tudo.
Ou seja:
O homem foge de sua tarefa interior de auto-conhecimento enquanto se candidata a entender e explicar Deus!
Na realidade a tarefa do auto-conhecimento só nos é possível em amor e confiança na Graça de Deus, em total descanso em fé; pois, do contrário, o que o homem conhecerá em si mesmo não será exatamente quem ele próprio possa ser, mas apenas o abismo labiríntico no qual o seu interior se tornou..., enquanto ele busca partes de si na escuridão do nada...
Então, quer dizer que para me conhecer eu tenho que antes conhecer a Graça e o Amor de Deus..., ao mesmo tempo em que você diz que isto não é possível pela própria condição limitada do ser humano? — você indaga.
Sim! É isto mesmo!
Para conhecer a mim mesmo eu preciso conhecer a Deus pela via da entrega em fé, e não pela razão espremida pela lógica que aleijou a racionalidade que antes sempre esteve aberta para a Graça e para o milagre do encontro com Deus.
Daí a humanidade até hoje celebrar como mestres do auto-conhecimento justamente aqueles que viveram no tempo em que razão não era sinônimo de lógica; mas sim de um sentido para além da própria lógica: a verdadeira racionalidade; que é a não limitação do entendimento às lógicas da razão anã; ao contrário, trata-se da integração de todas as variáveis da realidade, as visíveis, as invisíveis, as quantificáveis, as não quantificáveis, as sensoriais e as extra-sensoriais, as pensadas e as intuídas.
Neste mundo somente conheceu a si mesmo aquele que se entregou a Deus sem nada nas mãos além de nada nas mãos, em entrega...
Assim, até a viagem do auto-conhecimento não acontece pela lógica, mas pela entrega à serenidade que repousa na aceitação do amor de Deus por todos nós.
Isto, no entanto, só acontece acontecendo...
Sim, tem que ser o resultado de uma decisão de loucura de confiança no sentido da vida, em Deus.
Sem tal insanidade para os padrões lógicos ninguém conhece a Deus.
Na verdade Deus é Loucura.
Tudo em Deus é Loucura para a mente do homem...
Portanto, a verdadeira entrega a Deus é entrega à fé como loucura.
Ora, é quando isto acontece que se começa a andar nas mãos de Deus, em chão invisível, em caminho não visto pelos olhos...
É também aí que naturalmente começa a surgir a luz que nos faz conhecer a nós mesmos, tanto mais quanto mergulhemos em Deus como loucura de fé.
Ou alguém pensaria ou imaginaria que o encontro entre o finito e o infinito seria algo que poderia acontecer fora do ambiente da contradição e da loucura?
Afinal, afirmar que foi o Amor que criou todas as coisas nos parece ser apenas poesia, mas não fato da existência...
Entretanto, como eu dizia no início..., como a maioria crê que existe, mas não crê mesmo que Deus exista e seja... — prefere-se estudar Deus, pois as implicações não nos alcançam no nível da implicação pessoal de andar em amor e verdade a fim de que se conheça a si mesmo.
É nesse limbo que os mais piedosos entre nós ainda vivem...
Mas a verdade é uma só:
Sem entrega louca ao amor de Deus ninguém conhece a Deus, e, portanto, ninguém conhece a si mesmo!
Qualquer outra hipótese não passa de mera falácia e diletantismo sem realidade.
Pense nisso!

Caio
14 de agosto de 2009
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sábado, 8 de dezembro de 2012

Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 45


AS NORMALIDADES DO MUNDO...


Cuidado com as normalidades do mundo…
Sim, pois no mundo a vida é um morrer de descuido e de descaso...
Portanto, seguir a normalidade da vida segundo o mundo, de fato é entregar-se ao fluxo dos que vão na avalanche pensando que o abismo não chegará nunca...
A normalidade do mundo é doença segundo Deus...
Tal é a normalidade do mundo que pelo voto se pode escolher Barrabás...
No mundo um homem que salve uma vida em situação de por a sua própria em risco, é um herói; enquanto aqueles que vivem todos os dias salvando vidas, são apenas pessoas que fazem isso...
No mundo..., poder é domínio sobre outros...
No Evangelho..., poder, antes de tudo, é controlar a si mesmo.
No mundo a inveja faz os homens quererem crescer segundo o mundo...
No Evangelho, por exemplo, o que move um homem na vida deve sempre ser o amor que a ninguém inveja, e que é contente em ser quem é...
O mundo diz que o Grande é o quantificável...
O Evangelho diz que o quantificável é nada, pois o que É não é mensurável...
O mundo diz que odeia o ódio, mas odeia sempre com mais ódio ainda aqueles sobre os quais são impostas as certezas de “eles” serem os promotores do ódio...
No mundo quem não aceita um desafio é covarde...
No Evangelho aquele que aceita um desafio é tolo...
O homem do Evangelho nunca deve aceitar desafios de outros, mas apenas andar segundo sua própria superação em amor sábio.
Entretanto, no mundo é normal dar segundo se recebeu...
A toda ação corresponde uma reação equivalente, advoga o mundo, seguindo como sabedoria para a vida a Lei da Gravidade e das forças das pedras e dos projéteis...
No Evangelho... à cada ação que incida sobre nós, deve haver uma ponderação...; e, então, depois, a escolha do curso de caminho que seja o nosso próprio caminho, e não um andar tangido pelo pastoreio dos impositores de caminhos e veredas desviados...
Na normalidade anestesiada do mundo, todo sucesso é prisão e mais escravidão ainda ao sucesso como deus...
No Evangelho todo verdadeiro sucesso liberta a pessoa da escravidão do sucesso segundo o mundo.
O mundo do qual falo é apenas um: esse feito de ideologias, grifes, objetivos e cronogramas de alcance de alvos bem materiais e terrenos... Sim, o mundo do qual falo é esse ente sem dono humano aparente, mas que controla todas as nossas decisões, dando-nos a ilusão de livre arbítrio...
Ora, nesse mundo pode-se odiar quem nos odeia; pode-se antipatizar gratuitamente; pode-se tudo o que se pode...; exceto matar... [exceto nas exceções convencionadas] ou roubar [a menos que se evite ser “pego”].
No mundo é normal ser aflito, angustiado, preocupado, desejoso, insatisfeito, sempre em busca de algo, sempre se medindo por outros, sempre na Maratona das Comparações...
No mundo o normal é consumir...
Portanto, tome cuidado; pois ser normal segundo o mundo é fazer-se louco diante de Deus e da vida que é.
Não esqueça nunca que a única normalidade já vista em um homem está no Filho do Homem.
Pense nisso!

Caio
6 de agosto de 2009
Lago Norte
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Os britânicos despertaram neste sábado impactados e tristes com a morte da enfermeira do hospital King Edward II- onde a duquesa de Cambridge esteve hospitalizada -, depois de ser vítima de uma 'pegadinha' de uma rádio australiana que acabou provocando o primeiro escândalo no "conto de fadas" de William, Kate e do bebê que esperam.

Leia também:
Hospital onde Kate foi internada condena trote de emissora australiana
Diretor de rádio defende locutores após morte de enfermeira
Autores de "pegadinha" sobre Kate viram alvo de críticas na internet


Segundo a polícia, que espera os resultados da necropsia, até a próxima semana não serão divulgadas as causas da morte da enfermeira, que, segundo noticiou a imprensa após seu falecimento na sexta-feira, se tratou de um suicídio.
Todos os jornais britânicos, com exceção do Financial Times, destacam na primeira página sua morte, e as redes sociais fervem com críticas aos autores do trote telefônico.
Segundo o Times, Jacintha Saldanha tinha 46 anos e era mãe de dois filhos, adolescentes.
De acordo com o jornal, ela foi encontrada nas dependências reservadas às enfermeiras no hospital. A enfermeira, originária da região de Mangalore, na Índia, vivia em Bristol com sua família desde 2003.
Na terça-feira recebeu às 05h50 locais um telefonema de dois dos apresentadores da rádio australiana 2Day FM, que se fizeram passar pela Rainha e pelo príncipe Charles para perguntar pelo estado de Kate, que, desde a véspera, estava internada por fortes náuseas provocadas por sua gravidez.
A enfermeira, que caiu na pegadinha, passou a chamada a uma colega do serviço onde a esposa do príncipe William estava internada, e este forneceu notícias da paciente aos falsos nobres.
O hospital londrino anunciou ter enviado neste sábado uma carta à rádio australiana na qual julga "perfeitamente lamentável" a decisão de ter gravado e depois divulgado o trote.
O fato de "a chamada ter sido gravada e da direção de sua rádio ter aceitado divulgá-la é perfeitamente lamentável", afirma na carta o Lord Simon Glenarthur, presidente do hospital.
Já o jornal Daily Telegraph lembra que a rádio australiana, que decidiu suspender até nova ordem os dois apresentadores, continuava reproduzindo a pegadinha várias horas após a morte de Saldanha.
Também acrescenta que a rádio 2Day FM foi colocada sob vigilância por cinco dias. Não é a primeira vez que está na mira do organismo de controle australiano por "violações graves" das regras. A rádio declarou neste sábado que não fez "nada ilegal".
O Daily Mirror destaca na primeira página o "sofrimento de Kate após o suicídio da enfermeira enganada", assim como o resto dos tablóides, que insistem particularmente no impacto da notícia na esposa grávida do príncipe William.
O correspondente real do Mirror chega a temer que o bebê real "se veja associado por toda a sua vida a este espantoso acontecimento".
"Se Kate precisar voltar ao hospital King Edward VII, onde é bastante provável que dê à luz, esta lembrança a perseguirá", afirma.
O tablóide também cita um antigo guarda-costas da princesa Diana, mãe de William, que lembra que sempre houve um protocolo para evitar este tipo de coisas, embora neste caso aparentemente nada tenha sido explicado aos funcionários do hospital.
Já o The Independent convida seus leitores a tomarem a distância necessária para que "esta tragédia não seja utilizada como uma desculpa para denunciar a imprensa".
"As pessoas fazem brincadeiras todo o tempo. Às vezes se voltam conta elas. Em outras, as consequência são desproporcionais", escreve o redator-chefe Chris Blackhurst antes de acrescentar que "não pode desculpar" os apresentadores australianos, embora "seja preciso se distanciar um pouco desta tragédia".
Esta intrusão na vida particular de William e Kate, embora neste caso não se trate de paparazzi em busca de uma exclusiva, ocorre após o escândalo pela publicação neste verão em uma revista francesa de fotos tiradas da jovem quando tomava sol de topless em uma propriedade particular.
Este novo escândalo midiático, protagonizado, como da última vez, por um meio de comunicação estrangeiro, só vai contribuir para a reserva do príncipe William, traumatizado pela forma como sua mãe, que viveu perseguida pelos paparazzi, faleceu.
Quanto à imprensa britânica, no olho do furacão após o escândalo das escutas telefônicas e de um relatório que pede a criação de uma comissão de controle da imprensa, decidiu apresentar em sua maioria o casal real como uma vítima de seus colegas estrangeiros.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 44


O MANDAMENTO DE DEUS É SAÚDE!

Quando Jesus insiste em que não se ande ansioso de nada, quando ordena que se confie no cuidado do Pai, e ainda quando diz para enchermo-nos de esperança a fim de vivermos todos os dias — Ele certamente sabia o que dizia; e isto não por razões “devocionais”, mas sim de saúde e vida.
Aliás, Jesus não tem mandamentos “Devocionais”. Todos apenas têm a ver com saúde e vida.
Tudo o que Jesus manda fazer é para o bem do homem, não de Deus.
Nada há que o homem possa fazer que faça a mal ou bem a Deus. O homem pode fazer mal até aos anjos, mas o grande mal que ele faz, além de atingir as demais criaturas sob o alcance de seus “dominios de morte”, atinge apenas a ele mesmo.
Os mandamentos de Deus são vida; e são também os agentes de poder anti-suicida que a Graça implanta em nós como motor de vida.
Assim é com tudo o mais que seja pertinente a Jesus e ao Evangelho!
Paulo, seguindo a mesma toada, nos diz no que pensar e nos manda manter a mente esperançosa sempre...
E mais: ninguém insiste mais no poder da gratidão para o bem do todo da vida, da purificação da consciência à consagração de alimentos; do serviço a Deus e ao patrão ruim; de tudo a tudo Paulo manda que se ande em gratidão.
Hoje se sabe que o pensamento do homem pode viciar seu cérebro na negatividade, e, assim, adoecer o comportamento humano e suas relações sociais, e tudo porque, agora, mesmo lutando contra, o homem se vê viciado em pensar mal, o negativamente, e, quando vê, já está no processo...
Humildade, alegria e fé esperançosa são os melhores animadores de mente, alma e cérebro!
A humildade nos impede de surtar...
A alegria nos condiciona a pensar em problemas como oportunidades...
A fé esperançosa não reconhece impossibilidade nem diante da morte...
De outro lado o mandamento ensina o realismo total...
Não nascem figos de espinheiros e nem uvas de abrolhos!...
Assim é o realismo de Jesus...
O equilíbrio entre senso de realidade e os mandamentos da esperança pacificada em fé, combinados, geram o ser sadio e harmonizado em tudo; isto na relatividade do tempo presente...
Portanto, saiba: negatividade, mau humor, medo, desconfiança e ingratidão são para o cérebro drogas mais destruidoras do que heroína e cocaína...
As drogas químicas acabam com o corpo e atacam o sistema nervoso, mas têm menos poder de atingir o espírito do que a negatividade, o mau humor, o medo, a desconfiança e a ingratidão...
Overdose de negatividade mata a alma de qualquer homem; é apenas uma questão de tempo.
Hoje se sabe como as decisões de natureza psicológica afetam o corpo todo. Uma pessoa apaixonada recebe as mesmas cargas de estimulo químico-cerebral que uma pessoa que sofra de Transtorno Obsessivo Compulsivo. A paixão muda o cérebro enquanto dure a paixão, assim como o TOC altera o cérebro do homem — e nas mesmas áreas...
Veja: uma paixão muda o cérebro... Por isto, muitas vezes, a pessoa apaixonada não ama aquele por quem se apaixonou, mas apenas está sob o efeito da droga que o cérebro liberou em razão da magia psíquica que se instalou na alma do amante.
Um ano depois, quando o efeito da droga vai diminuindo no cérebro, a paixão começa a se esvair...
Ora, assim como a paixão, creia, a negatividade, a ansiedade, o pânico, o pessimismo, a descrença, e os pensamentos auto-destrutivos ou tomados de paranóia, sim, todos eles, separadamente ou somados, têm poder maior do que o da cocaína ou da paixão, que são drogas poderosas...
Assim, não adianta orar pedindo bênçãos de Deus se a sua mente é uma oficina de demônios de negatividade...
Conserte a sua mente, os seus pensamentos...; e seu novo pensar e seu novo sentir e atuar na vida tornar-se-ão as orações mais efetivas e saudáveis para você mesmo...
Os homens a quem Jesus comparou a meninos, eram seres que não se satisfaziam com nada: nem com a alegria e nem com a tristeza...
Jesus disse que gente como eles haviam se tornado... nem Deus poderia ajudar!...
Você já pensou em como suas dores podem apenas ser vícios mentais antigos e que hoje se apresentam mediante as desordens que em você aparecem sem que você saiba a razão.
Pense nisso e tome suas decisões enquanto é Dia...

Nele,


Caio
3 de agosto de 2009
Lago Norte
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012


Ashbel Simonton: Perfil de um pioneiro

Um personagem só pode ser compreendido se levarmos em conta sua formação, as influências que recebeu, os fatores que contribuíram para moldar sua personalidade e seu caráter. O primeiro dado importante acerca do rev. Simonton é sua nacionalidade. Quando ele nasceu (1833) em West Hanover, na Pensilvânia, os Estados Unidos eram ainda uma nação jovem, tendo conquistado a independência há pouco mais de meio século.
     Outra influência fundamental foi a fé presbiteriana que herdou de seus pais, descendentes dos célebres escoceses-irlandeses. Sua mãe era filha de um pastor e seu pai um honrado médico e homem público, tendo representado seu estado no Congresso americano, em Washington. O casal deu ao filho caçula Ashbel e a seus muitos irmãos uma educação aprimorada, marcada por sólidos valores éticos e religiosos. Um terceiro fator que marcou a trajetória de Simonton foi à tradição puritana, tão importante na história dos Estados Unidos. Um legado dessa tradição foi o grande fervor espiritual, a intensa busca de comunhão com Deus que contribuiu para os freqüentes avivamentos da época. Em um deles, ocorrido em 1855,
     O jovem presbiteriano se converteu e sentiu despertar em seu íntimo a vocação ministerial, ingressando no Seminário de Princeton. Outro elemento significativo de sua formação resultou de uma mescla dos anteriores. Desde o início, os americanos se sentiram um povo especialmente aquinhoado por Deus, escolhido para levar a outras nações os mesmos benefícios que havia recebido. Essa convicção, mais tarde denominada “destino manifesto”, se associou aos avivamentos para produzir um extraordinário movimento missionário de âmbito mundial que se estendeu por todo o século 19 e o início do século 20. Atraído por essa visão durante os estudos teológicos, Simonton desistiu de ser um pastor em seu próprio país e resolveu dedicar-se à causa das missões estrangeiras. Assim sendo, o jovem pregador, que chegou ao Brasil no dia 12 de agosto de 1859, estava bastante preparado e motivado para seu difícil trabalho,
Rev. Alderir Souza


INFORMATIVO - 1ª IP de Salgueiro/PE
MENSAL 
ANO 02 - Nº 08
SETEMBRO/2012

Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 43

SENDO SALVO DA CAMUFLAGEM DE "SER" -
TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA: A SÍNDROME DA FIGUEIRA SEM FRUTO!



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Esta mensagem é muito grande para ajustar-se à sua tela. Mostrar toda a mensagemPROVÉRBIOS DO EVANGELHO!
De:  leitura@caiofabio.com (leitura@caiofabio.com) 
Enviada: domingo, 2 de agosto de 2009 21:05:36
Para:  profgonzaga@hotmail.com (profgonzaga@hotmail.com)

Neste texto quando eu aludir a Consciente, referir-me-ei ao homem sensato; e quando falar do Tolo..., estarei falando do Insensato ou do Simples em sua ingenuidade patológica ou deliberada em razão de processos de auto-engano.
1.    O Consciente ouve toda verdadeira repreensão com temor grato, mas o Tolo sente-se ofendido por cada verdade que poderia ajudá-lo.
2.    O Consciente sente todas as dores deste mundo e com elas lava-se em doçuras, mas o Tolo extrai da dor apenas a amargura.
3.    O Consciente foge de toda luta que não seja pela vida, mas o Tolo faz de toda discordância uma questão de salvação do mundo.
4.    O Consciente sente para si e medita com paciência cada coisa, mas o Tolo levanta-se e age conforme o primeiro impulso.
5.    O Consciente ama a todos, mas o Tolo fica amigo de qualquer um que o trate bem naquela hora.
6.    O Consciente sabe que amizade é um trabalho de tecimento e tecelagem, mas o Tolo acha que uma boa bebedeira faz amigos.
7.    O Consciente vive e deixa viver, embora não negocie seus princípios jamais; mas o Tolo sente a obrigação de se impor sobre todos os diferentes.
8.    O Consciente faz o bem e se esquece, mas o Tolo o conta como currículo.
9.    O Consciente vive muito e fala pouco acerca de tudo o que já viu, mas para o Tolo toda primeira descoberta o torna o senhor de todos os saberes.
10.           O Consciente ama a todos, até aqueles de quem não goste; mas o Tolo ama apenas os que lhe agradam com consentimentos, e desgosta-se de todos os que não sejam como ele.
11.           O Consciente vê em cada outro humano um altar, mas o Tolo somente vê altares em lugares onde tijolos e pedras tenham sido erguidos.
12.           O Consciente sente a espera da Volta do Filho do homem todos os dias, mas o Tolo crê que poderá prever alguma coisa.
13.           O Consciente vê o mal e dele foge; mas o Tolo acha que é domador de demônios.
14.           O Consciente sabe que a cada semente corresponde seu próprio fruto, mas o Tolo crê que pode semear uma natureza e colher outra.
15.           O Consciente leva em consideração cada acusação que recebe e nelas medita, pois crê que delas possa tirar algum proveito, ainda que em silêncio; mas o Tolo perde a chance de se enxergar até nos exageros dos que o acusem.
16.           O Consciente sabe que sua melhor certeza ainda é parcial, mas o Tolo julga ter atingido o discernimento pleno.
17.           O Consciente pode esperar o tempo certo, mas o Tolo nunca perde uma oportunidade de ventar os seus impulsos e precipitações.
18.           O Consciente sabe que somente o trabalho contínuo e perseverante estabelece a credibilidade, mas o Tolo quer se tornar sábio e respeitado da noite para o dia.
19.           O Consciente é tentado e não se julga forte para dialogar com a tentação, mas o Tolo a leva para casa e lhe serve chá, julgando que poderá educá-la.
20.           O Consciente sabe que seu pior diabo é a sua cobiça, mas o Tolo atribui ao Diabo externo todas as culpas.
21.           O Consciente pode morrer sozinho, mas se saberá acompanhado e dignificado pela presença de anjos, mas o Tolo quer ter um cerimonial até para morrer.
22.           O Consciente se satisfaz com a serenidade de seu ser, mas o Tolo somente é feliz se não houver nele nenhuma serenidade.
23.           O Consciente não se obriga pelos caprichos de nenhuma maioria, mas o Tolo somente anda conforme os ditames majoritários.
24.           O Consciente mede e discerne o peso de sua importância na vida, mas sabe que ela sempre será relativa; porém o Tolo julga que sem ele tudo o que foi feito não permanecerá.
25.           O Consciente confia no vento e no seu poder incontrolável de espalhar sementes, mas o Tolo acha que se ele não industrializar o plantio..., sua existência não será produtiva.
26.           O Consciente vive pela fé; o Tolo, porém, vive do que ele ache que possa controlar ou manipular.
27.           O Consciente nunca não vai com a cara de alguém apenas por não ir, mas o Tolo desgosta de tudo e todos que lhe pareçam concorrência.
28.           O Consciente sabe que deve amar a todos, embora tenha o privilégio de gostar de muitos; mas para o Tolo amor só se deve ter por quem se gosta pela concordância.
29.           O Consciente sabe que toda vingança aumenta o mal muitas vezes mais, e, por isto, nunca recorre a ela; mas o Tolo prefere acabar o mundo a não vazar seu ódio como vingança.
30.           O Consciente somente gosta de ganhar em parceria, mas o Tolo quer sempre ganhar sozinho.
31.           O Consciente vive para fazer fácil a vida, mas o Tolo ama as complexidades.
32.           O caminho do Consciente fica dia a dia mais simples, mas o caminho do Tolo vai se tornando um labirinto.
33.           O Consciente cresce em todas as tribulações, mas o Tolo lamuria e cresce em desconfiança em cada uma delas.
34.           O Consciente transforma traumas em lições, mas o Tolo os alimenta como álibis.
35.           O Consciente não despreza nada e a tudo pondera, mas o Tolo elege as suas fontes.
36.           O Consciente não vê em ninguém um competidor, mas apenas mais um auxilio; o Tolo, porém, vê em cada outro dom uma ameaça à sua vida e pregresso.
37.           O Consciente foge da justiça dos homens, e busca conciliação pacifica; mas o Tolo ama os tribunais.
38.           O Consciente aposta no trabalho, mas o Tolo aposta no jogo.
39.           A Conquista do Consciente permanece, posto que seja de natureza espiritual, e, portanto, não passageira; mas o ganho miraculoso do Tolo desvanece-se antes do proveito.
40.           O Consciente ama a simplicidade dos simples e a calma dos idosos, mas o Tolo apenas dá atenção ao que lhe possa auferir ganhos de alguma forma no instante.
41.           O Consciente ama o mandamento da Vida, mas o Tolo acha tudo uma obrigação.
42.           O Consciente busca renovar-se todos os dias, mas o Tolo busca adaptar-se todos os dias. 
43.           O Consciente crescerá em consciência...
44.           O Tolo viciar-se-á em seus modos, e neles morrerá...; a menos que se converta à verdade que liberta a mente para aprender a sabedoria.

Nele, Jesus, de Quem aprendi que todas as coisas acima são Provérbios da Vida no Evangelho, deixo estes pequenos provérbios a fim de ajudar a simplificar o seu entendimento quanto ao fato de que a vida é conforme a semente,

Caio
2 de agosto de 2009
Lago Norte
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