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segunda-feira, 21 de março de 2011

Rev. Caio Fábio Ainda Fala 34


POR QUE VOCส FOGE TANTO DE VOCส MESMO?...‏
De: leitura@caiofabio.com (leitura@caiofabio.com)
Enviada: sexta-feira, 14 de agosto de 2009 23:57:29
Para: profgonzaga@hotmail.com (profgonzaga@hotmail.com)

Somente existe liberdade interior e simplicidade de ações se houver amor no coração; e amor como ele é: sem fingimento e praticado em verdade clara e sábia; posto que não baste amar de algum modo..., por vezes amando sem consciência de que amor é uma decisão e uma escolha, sempre em bondade, justiça e verdade/realidade; visto que o amor é sábio e sabe se portar; por isso, não se realiza sem coerência com o tempo e o modo da sabedoria.
A simples definição acima soa utópica, ou assustadora, caso não seja utópica; e isto em razão de que a maioria vive em níveis tão básicos de raiva e de ressentimento, que, a simples expressão do que seja a liberdade pela via do amor [única liberdade possível], assusta; posto que pareça se distanciar como algo que seja alcançável por nós.
Ora, que dizer então do “conhece-te a ti mesmo”...? Ou do “sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração”...? Ou ainda da afirmação de “aquele que controla a sua própria língua é perfeito varão”...?
Interessante é que enquanto fugimos de nós mesmos nos inscrevemos para estudar Deus, para aprender teologia, ou para conhecer a vontade de Deus por revelação mística, ou mesmo para tentar saber o que nos aguarda no futuro; e indo mais distante ainda... acho muito interessante quando dizemos saber o que Deus pensa..., ou por que Ele fez as coisas como elas são...; ou quando reclamamos por não entendermos Quem Ele é ou a razão de Seus caminhos...
O homem diz que não consegue conhecer a si mesmo e nem escolher o caminho da liberdade pelo amor que se expressa em verdade e fatos de sabedoria — enquanto se candidata a saber Deus, a dizer Deus, a explicar Deus, ou a questionar Deus...
Sim, para dentro dele, do homem..., nada; mas em relação ao Infinito, o homem quer saber tudo.
Ou seja:
O homem foge de sua tarefa interior de auto-conhecimento enquanto se candidata a entender e explicar Deus!
Na realidade a tarefa do auto-conhecimento só nos é possível em amor e confiança na Graça de Deus, em total descanso em fé; pois, do contrário, o que o homem conhecerá em si mesmo não será exatamente quem ele próprio possa ser, mas apenas o abismo labiríntico no qual o seu interior se tornou..., enquanto ele busca partes de si na escuridão do nada...
Então, quer dizer que para me conhecer eu tenho que antes conhecer a Graça e o Amor de Deus..., ao mesmo tempo em que você diz que isto não é possível pela própria condição limitada do ser humano? — você indaga.
Sim! É isto mesmo!
Para conhecer a mim mesmo eu preciso conhecer a Deus pela via da entrega em fé, e não pela razão espremida pela lógica que aleijou a racionalidade que antes sempre esteve aberta para a Graça e para o milagre do encontro com Deus.
Daí a humanidade até hoje celebrar como mestres do auto-conhecimento justamente aqueles que viveram no tempo em que razão não era sinônimo de lógica; mas sim de um sentido para além da própria lógica: a verdadeira racionalidade; que é a não limitação do entendimento às lógicas da razão anã; ao contrário, trata-se da integração de todas as variáveis da realidade, as visíveis, as invisíveis, as quantificáveis, as não quantificáveis, as sensoriais e as extra-sensoriais, as pensadas e as intuídas.
Neste mundo somente conheceu a si mesmo aquele que se entregou a Deus sem nada nas mãos além de nada nas mãos, em entrega...
Assim, até a viagem do auto-conhecimento não acontece pela lógica, mas pela entrega à serenidade que repousa na aceitação do amor de Deus por todos nós.
Isto, no entanto, só acontece acontecendo...
Sim, tem que ser o resultado de uma decisão de loucura de confiança no sentido da vida, em Deus.
Sem tal insanidade para os padrões lógicos ninguém conhece a Deus.
Na verdade Deus é Loucura.
Tudo em Deus é Loucura para a mente do homem...
Portanto, a verdadeira entrega a Deus é entrega à fé como loucura.
Ora, é quando isto acontece que se começa a andar nas mãos de Deus, em chão invisível, em caminho não visto pelos olhos...
É também aí que naturalmente começa a surgir a luz que nos faz conhecer a nós mesmos, tanto mais quanto mergulhemos em Deus como loucura de fé.
Ou alguém pensaria ou imaginaria que o encontro entre o finito e o infinito seria algo que poderia acontecer fora do ambiente da contradição e da loucura?
Afinal, afirmar que foi o Amor que criou todas as coisas nos parece ser apenas poesia, mas não fato da existência...
Entretanto, como eu dizia no início..., como a maioria crê que existe, mas não crê mesmo que Deus exista e seja... — prefere-se estudar Deus, pois as implicações não nos alcançam no nível da implicação pessoal de andar em amor e verdade a fim de que se conheça a si mesmo.
É nesse limbo que os mais piedosos entre nós ainda vivem...
Mas a verdade é uma só:
Sem entrega louca ao amor de Deus ninguém conhece a Deus, e, portanto, ninguém conhece a si mesmo!
Qualquer outra hipótese não passa de mera falácia e diletantismo sem realidade.
Pense nisso!

Caio
14 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
www.caiofabio.com
www.vemevetv.com.br

sábado, 5 de março de 2011

JARGÕES NO AMBIENTE EVANGÉLICO

JARGÕES NO AMBIENTE EVANGÉLICO
Helci R. Pereira – helcip@uol.com.br – 2010


Jargões nós encontramos em todas as esferas e domínios:
Na área profissional, na científica, na política, na religiosa ...
São chavões, termos, sentenças ou provérbios batidos pelo uso.
São os economês, juridiquês, politiquês, evangeliquês ...

Entre evangélicos de igrejas não tradicionais,
Melhor dizendo, de comunidades neo-pentecostais,
Jargões, os mais curiosos, estão a medrar e
Nós vamos, muitos deles, agora mencionar,
Revelando, sempre que possível, seu significado.
“Fluir de Deus” -
Quando no culto Deus está se revelando;
“Fluir do louvor” -
Quando as pessoas sentem-se felizes ao cantar;
“Derrama fogo, Senhor!”,
Pedindo ao Senhor que mostre, na Congregação, o seu poder;
“No Espírito” -
P’ra dizer que a motivação do seu viver não são seus próprios interesses;
“Ô, glória!” -
Brado de euforia, de entusiasmo, empregado, normalmente,
Em situações de alegria ou de enlevo espiritual,
Mas praticado com bastante banalização;
“Queima, Jesus!” -
Interjeição típica de alguns pentecostais, p’ra reprimir o pecado
Ou qualquer coisa oposta à vontade de Deus;
“Sair do Egito” -:
Deixar p’ra trás a escravidão do pecado ou alguma provação;
“Subir o monte” -
Buscar a presença do Senhor de forma intensa e,
Se necessário, até com sacrifício;
“Varão de Deus” -
Dirigida, a expressão, como elogio, a uma pessoa
Considerada como um crente suficientemente espiritual;

Coisas que me enviam

Rev. Caio Fábio Continua Falando - 33














AUTO-ENGANO: o pior inimigo de todas as curas relacionais...‏

Quando a alma está em fuga da verdade, os primeiros sintomas são de negação, depois de transferência para outros, e, depois, de ódio por alguém que se pareça com o objeto de nossa negação; e, em havendo persistência, a pessoa se inimizará em relação a todo aquele que tente lhe abrir os olhos...
Existem fugas da verdade em relação a nós mesmos; ou em relação a quem amemos e não estejamos querendo enxergar em seus defeitos ou doenças de alma e caráter; ou em relação a quem quer que gostemos e que tenhamos idolatrado...
O pior auto-engano é aquele que se instala em nós como negação do que esteja acontecendo com a gente...
O segundo pior é aquele que nos faz negar que algo ruim esteja sendo feito e praticado por quem quer que amemos...
O terceiro pior auto-engano é aquele que nos faz transferir para outrem aquilo que deveríamos tratar com o implicado; mas que nós negamos para nós mesmos que seja aquilo mesmo que esteja acontecendo..., apenas porque tememos que a verdade desconstrua a pessoa ante os nossos olhos...
O quarto pior auto-engano é quando alguém que julguemos que nos deve algo, e que nos ama o suficiente para não nos deixar no engano, e nos diga o que é..., o que de fato está acontecendo...; ou seja: como são as coisas... Então, tal pessoa torna-se objeto de nossa antipatia; ou, então, dizemos que a pessoa não gosta da outra, simplesmente por que diz o que se não quer ouvir e ver...
O fato é que o auto-enganado que se veja como lúcido e verdadeiro, é a pior pessoa para sair do auto-engano uma vez que tenha cedido a ele...
Sim, pois tais pessoas fazem malabarismos mentais e históricos para fazer de conta que o mal vem de fora, vem de outro; ou está na cabeça dos que dizem..., mas que pelo auto-enganado não são ouvidos...
Eu só conheço um modo de acabar com o auto-engano: reunir os implicados; tratar nos olhos; ver quem diz a verdade; observar quem sustenta os fatos...
Entretanto, quem está no auto-engano não quer “acareações” na verdade...
Nem tampouco aquele que engana alguém que se auto-engana pelo amor e pela afeição..., não se dispõe a tirar nada a limpo na cara e direto...
Não! Tal pessoa opta pelas relações públicas individuais; um a um; tentando sempre dissimular; e nunca enfrentando os fatos; posto que saiba que não teria como sustentar sua dissimulação diante de quem já percebeu e viu...
Quando vejo gente dizendo coisa de gente em família, mas ninguém querendo enfrentar os fatos, para mim que fui criado com tudo sendo tratado na cara, não há como não pensar que um grande sistema de deliberado ou cultural auto-engano esteja em curso...
O pior é que deixar assim é a receita para as separações, para as suspeições; e, sobretudo, para a prevalência da mentira; sim, daquele que não quer trazer tudo ante aqueles que dizem: Não é assim...
Ora, alguém que ame quem engane ou dissimule, e que por isto se auto-engane a fim de não tratar do assunto com quem assim procede, não apenas se fará muito mal, mas fará mal a todo aquele que apenas almeje o bem na verdade; e, sobretudo, fará mal ao próprio individuo, o que engana e dissimula, pois, sem confrontação nunca há cura.
Ao contrário, o que dissimula e seduz vai aumentando seu compromisso com a sedução como arte de enganar...
Ora, tal coisa destrói o caráter...
Em Jesus a recomendação é simples e universal:
1. Se teu irmão pecar contra você, vá ter com ele; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;
2. Se, porém, ele não der ouvidos, leve mais um ou dois..., gente de confiança...; e chame o irmão à verdade; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;
3. Se, porém, ele não ouvir..., leve o caso a um grupo maior, ao qual ambos pertençam, seja a família, a empresa, negócio ou a Igreja; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;
4. Se, porém, ele não ouvir, considere-o como alguém que está em fuga da verdade; que decidiu fazer de seu erro a sua ideologia.
Nesse caso, é deixar...
Deus cuidará dele...
O que não pode acontecer é que não haja mudanças em relação a ele. Sim, a pessoa tem que saber que não terá o patrocínio de ninguém para que viva no engano que deseja fazer passar por fato e razão...
Até hoje somente conheci uma pessoa que não lutou contra a verdade depois que conheceu Jesus. Sim, fosse em relação ao filho mais amado, ao neto mais amado, ao amigo mais amado, e, sobretudo, com relação a ele mesmo: o meu pai...
Todos os demais, mesmo os mais amantes da verdade, são seletivos até onde vão com as implicações da verdade...
Pena! Sim, pois quem ama o suficiente para dizer que não gosta do que alguém faça contra o fluxo da verdade, da vida e do bem comum, esse ama muito mais do que aquele que esconde e que faz de conta que tudo está bem...
Se o que digo servir para alguém, que se faça bom proveito!

Com amor Nele,

Caio
11 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
www.caiofabio.com
www.vemevetv.com.br

Posse do Rev. Cornélio Gonzaga Na Igreja Presbiteriana de Salgueiro/PE






















Tomou posse no dia 20 de fevereiro de 2011, na IP de Salgueiro, o Rev. Cornélio Gonzaga, como pastor designado, no seu segundo pastorado frente aquela Igreja. A comisão presente para posse foi composta dos Reverendos: Fabiano Ramos Gomes, Manoel Tobias da Cruz e o Preb. Sandro Erlânio. As fotos que marcaram os momentos de posse.