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terça-feira, 27 de abril de 2010

Gritos em Jericó








































Gritos em Jericó
Autor: Manoel José da Silva


Deus mandou que Josué
Conquistasse Jericó
Que fosse para a batalha
Com fé no Deus de Jacó.

Moravam em Jericó
Homens fortes e valentes
Sendo pagãos e descrentes
Eram também maldizentes
Mas o castigo divino
Caiu sobre aquela gente.

Jerico tinha muralhas
Difíceis de derrubar,
Josué sabia disto
E não quis se arriscar.

Escutou a voz de Deus,
Mandando só rodeá-la,
Assim ele obedeceu.

Por seis dias a cercou,
No sétimo dia, porém,
Sete vezes rodeou.

Josué então mandou
O povo de Deus gritar;
O povo todo gritou:
O som ensurdecedor,
Fez o muro desabar.

A muralha despencou,
Como um monte de detrito,
Sem luta e sem atrito
Jericó caiu “no grito”!!!

A arca da Aliança
Lá atrás dos sacerdotes
Tocando sete trombetas,
Homens armados à frente,
E Josué tão somente,
Pediu silencio ao povo.

Dizendo: não falarás

Fazei silêncio solene,
Nem mesmo uma só palavra
Sairá da vossa boca
Até que eu vos ordene.



Israel obedeceu, barulho não se escutou,
Não se conseguia ouvir
Sequer o som de um mosquito.
Mas quando Josué mandou
O povo todo gritou,
O muro não suportou
Veio abaixo, desabou,
Israel comemorou:
Jericó caiu “no grito”!!!

Josué, grande guerreiro,
Fazia o que Deus mandava,
Conquistava aquelas terras
Era Deus que as entregava.

Mas chegando em Jericó,
A muralha amedrontava:
Com nove metros de altura
E seis metros de espessura
Qualquer um não encarava.

Mas não houve insegurança,
Em Deus havia confiança,
Josué assim falava.

Israel só prosperava.
Todas batalhas vencia,
Não havia covardia
E tal era a confiança
Que ninguém desesperava...

Josué manda gritar,
Quer o inimigo aflito,
O povo de Deus gritou
O muro desmoronou,
A fortaleza acabou
Jericó caiu “no grito”!!!



Uma publicação: Ministério Fonte no Deserto

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Paisagens que eu gosto de ver













Eu amo a natureza - Deus está presente nesta beleza.

Observe esta canção:

Eu vejo Deus,além do céu azul,
Num arco-íris, eu vejo Deus,
Eu vejo Deus no pólen de uma flor,
Num jesto de amor, eu vejo Deus.


Eu vejo Deus em toda parte sim,
Até dentro de mim,
Em todos os orgãos meus.
Eu vejo Deus na imensidão do mar,
A onde quer que eu vá, eu vejo Deus.

Eu vejo Deus, numa estrela a brilhar,
Nas noites de luá, eu vejo Deus,
Eu vejo Deus nas notas de uma canção,
Num raio ou num trovão
Eu vejo Deus.

Música de José Carlos

Reeleição de Presbítero em Paulo Afonso


















Aconteceu na 1ª Igreja Presbiteriana de Paulo Afonso/BA, a reeleição dos Presbíteros: Ernande Monteiro e José Ivan. Com uma Assembleia composta de um quorum de 81 presentes. Presb. Ernande obteve um total de 72 votos e José Ivan 65 votos.
Foi uma reeleição tranquila, neste domingo dia 25.04.10. Abaixo as fotos que marcaram o evento. As primeiras fotos à vista os dois presbíteros e suas esposas:

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Poema - Encurralamento



Prof. Cornélio Gonzaga














O que fazer quando alguém se encontra encurralado?
É uma pessoa que só pensa que está enrolado,
Enrolou-se devido à consequência do pecado,
Que infelizmente por está inserido nesse delito emaranhado.

O que fazer para libertar-se desse triste emaranhado?
Pouco, pouco mesmo, pois a luz lhe é ofuscante,
Sem tanta percepção olha, olha e só sente atrapalhado,
Sem perspectiva, desanima, pois sua mente é oscilante.

De onde virá o socorro? Grita esse pobre coitado!
Mas ele não sabe que o Deus Eterno está em seu socorro,
Sem se perceber a esperança pode está tão perto, tão perto,
Pois o Eterno pode libertar assim como permitiu o encurralamento.

Rev. Caio Fábio Filho - Ainda Fala - 12


POR QUE PREGAR O EVANGELHO?...‏
De: leitura@caiofabio.com (leitura@caiofabio.com)
Enviada: domingo, 10 de maio de 2009 19:20:19
Para: profgonzaga@hotmail.com (profgonzaga@hotmail.com)

Leitura complementar:
A LIBERDADE DE DEUS
MAIS SOBRE A LIBERDADE DE DEUS...
PAULO E A LIBERDADE DE DEUS...


Pregar o Evangelho é meu privilégio, mas não é o encurralamento de Deus!
O mandamento para pregar ao mundo é parte da Graça divina de fazer dos homens Seus cooperadores no semear o bem na Terra, mas não é porque sem o homem e sua boa disposição Deus não tenha como se comunicar com quem Ele bem deseje.
Pregar não é um mandamento para anjos, mas para homens. No entanto, quando os homens não pregam, os anjos pregam.
Sim, se os homens não pregam o Evangelho, tudo o mais prega... A Natureza prega, os rios pregam, as árvores pregam, os jumentos pregam, as mulas pregam, as pedras pregam...
“Por toda a terra se faz ouvir a Sua voz”.
Sim, nesta manhã de 10 de maio de 2009 Deus está falando...
Está falando nas montanhas distantes do Tibet. Está falando nas ilhas perdidas do Pacifico. Está falando nas tribos silenciosas da África. Está falando com índios puros... Está falando com prostitutas que se deram como pão ao diabo a noite toda... Está falando até com crentes...
Sim, Ele fala por toda a terra...
Fala por sonhos, pela consciência, pela memória de um tempo bom, pela recordação de bons conselhos, pela cogitação do bem gerado pelo Espírito Santo, pela sabedoria silenciosa que Ele derrama sobre todos, pelo olhar simples de um filho, pela lágrima da mãe, pelo esforço amoroso de um pai, pela solidariedade de um samaritano anônimo, pela estrela que diz algo ao mago distante, pelo cicio suave que fala à viúva que ela não está só...; ou, como quase sempre, Ele fala no silencio, no intimo, como segredos de um Pai que a pessoa nem sabe que tem.
Ah, como são presunçosos e arrogantes os que pensam que se não forem Deus não terá como ir!...
Deus é! Deus está!...
Eu é que tenho o privilégio de me engajar na aventura de Deus de contar aos homens sobre o Seu amor!
Sim, pois, quando assim faço, o maior beneficiado sempre sou eu, antes mesmo de ser aquele que me dê ouvidos.
E mais:
Para mim pregar não é uma obrigação. Não! Jamais! Pregar é minha alegria, é minha impossibilidade, é minha paixão, é meu vício santificado, é minha vida, é meu sentido, é minha razão de ser.
Não pregar para mim seria como amar minha mulher sem fazer amor com ela; seria como crer que amo e nunca confessar; seria como ser apaixonado e me esconder do amor; seria como saber da vida e não contar nada a ninguém; seria como ver e a ninguém esclarecer sobre o caminho...
Há muitas motivações para pregar...
Muitos pregam para ficar famosos, para terem uma posição fácil, para arrecadarem sem esforço, para suscitarem inveja em outros, ou mesmo por mera disputa de poder e crescimento...
Outros pregam por se considerarem incompetentes para fazerem qualquer outra coisa... Então, por exclusão, sentem-se chamado pela incompetência para o “ministério da Palavra”.
Entretanto, quando alguém prega apenas por amor, esse logo notará que quanto mais pregue, mais a pregação forjará caráter nele mesmo. Ou seja: pregar com amor trás a Palavra para dentro da gente, na forma de caráter e de conteúdo natural do ser.
Portanto, pregue para o bem de todos, mas, sobretudo, para o seu próprio bem.
Entretanto, saiba:
Se você não for, as pedras rolarão..., e dirão a todos os que necessitem aquilo que os homens pedrados se negam a falar com amor.
Ó Espírito Santo! Derrama o amor de Deus sobre os homens no dia de Hoje!

Nele, que fala de Si mesmo a todos os homens,


Caio
10 de maio de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

quarta-feira, 21 de abril de 2010

ESCATOLOGIA: A morte física



Escatologia - A morte física
Helci R. Pereira – helcip@uol.com.br
A Bíblia fala em morte física, espiritual e eterna.

A. Natureza da morte física -
1. Textos bíblicos sobre a morte física:
a) Mt. 10.28; I Pe. 3.17-18 - A morte do corpo é distinta da morte da alma.
b) Mt. 2.20; Mc. 3.4; Jo. 12.25; 13.37-38; At. 15.26; 20.24; Gn. 35.18 - A morte como perda do elemento vital da natureza humana.
c) Ec. 12.7; Tg. 2.26; Jo. 19.30; II Tm. 4.6; II Pe. 1.14-15 - a morte como que da unidade do ser humano.
2) À luz das passagens bíblicas é de concluir-se que:
(1) Morte é quebra das relações naturais da vida.
(2) Morte não é cessação de toda a existência.
(3) Morte é uma catástrofe para o ego.
(4) Morte é à entrada da pessoa numa espécie diferente de existência.
(5) Morte espiritual é a quebra das relações com Deus.

B. Relação entre a morte e o pecado - Há três explicações:
1. A morte é uma lei natural e não tem relação nenhuma com o pecado. Pecasse ou não, o homem morreria, como toda a natureza, que vive e morre (Pelágio e Socínio).
2. O homem foi criado mortal, mas receberia o dom da imortalidade pela obediência à vontade de Deus. Não obedeceu e não recebeu o dom (Alguns teólogos antigos).
3. A morte é uma conseqüência do pecado (Teologia tradicional reformada).
a) O homem foi criado para ser imortal.
b) A morte é o resultado do pecado original - Rm. 6.23; 5.21; I Co. 15.56; Tg. 1.15.
c) A morte é punição do pecado - Gn. 2.17; 3.19; Rm. 5.12,17; I Co. 15.21.
d) A morte é um acontecimento desnatural na vida humana:
(1) É uma expressão da ira divina” - Sl. 90.7-11.
(2) É um julgamento - Rm. 1.32.
(3) É uma condenação - Rm. 5.16.
(4) É uma maldição - Gl. 3.13.

Conclusão:
- A morte não era estranha à baixa criação, mas o pecado trouxe prejuízo para a mesma - Rm. 8.20-22.
- Pela graça comum, Deus restringiu a operação do pecado e da morte.
- Pela Graça especial, Deus, em Cristo, conquistou os poderes da morte - Rm. 5.17; I Co. 15.45; II Tm. 1.10; Hb. 2.14; Ap. 1.18; 20.14.
- O dom de Deus é a vida eterna aos que crêem - Jo. 3.36; 6.40; Rm. 5.17-21; 8.23; I Co. 15.26,51-57; Ap. 20.14; 21.3,4.

C. Como o crente deve encarar a morte?
1. A morte é a culminância dos castigos que Deus ordenou para a santificação do seu povo. A presença do sofrimento e da morte beneficia espiritualmente o crente.
2. Na união com Cristo, o crente participa das experiências do seu salvador (sofre e morre).
3. É o teste final da fé.
4. A morte completa a santificação - Hb. 12.23 e Ap. 21.27.
5. A morte não é o fim para o crente, mas o começo de uma existência melhor:
- Não há aguilhão para o crente - I Co. 15.55.
- Ele pode dormir no Senhor - I Ts. 4.13.
- Ele espera confiante que terá um corpo que estará sempre com o Senhor - Rm. 8.11; I Ts. 4.16,17.
- Ele espera a glória final com a vinda de Cristo - II Tm. 4.7-8.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Programação na IP de PA com O Ministério Sal da Terra

O aniversário da 1ª Igreja Presbiteriana de Paulo Afonso, foi marcado com uma programação especial: sábado e domingo - dias 18, 19 de abril de 2010. A presença do Ministério Sal da Terra, culminou aquela programação. Todos nós fomos ricamente abençoados. Veja as fotos: