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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Rev. Cao Fábio Ainda Fala - 31


USE SUA PRÓPRIA VONTADE…‏

O ensino acerca de Deus como milagreiro e do encontro com Deus como emoção e pirotecnia, tem feito com que quase ninguém mais ache que a sua própria vontade, sua volição, sua decisão, seu querer contra o desejo — tenha o poder de fazer o que Deus manda que seja feito por nós, para o nosso bem, com ou sem emoção.
Assim as pessoas ficam a vida toda pedindo que Deus mostre e faça a Sua vontade em suas vidas!...
Sim, espera-se que Ele mostre Sua vontade [a qual já está revelada; e, por isto, não se precisa perguntar qual seja, e sim apenas realizá-la como bem para nós]; e, também que nos dê um poder sobrenatural [e que nem mesmo seja nosso ou requeira nós participação] — do contrário nenhum de nós se dispõe a levantar, tomar o leito e andar...
Se fosse com os aleijados de hoje Jesus teria que levantar o individuo e forçá-lo a caminhar; pois, sem uma mão de Deus não adianta o mandamento de Deus!
Entretanto, há um poder de vontade no homem que precisa ser exercido até ao seu limite, a fim de que o poder de Deus se manifeste em nós — isto quando nosso poder de vontade e prática se direcionam para a realização da vontade já revelada de Deus como mandamento.
Deus opera em nós o querer e o realizar segundo a sua vontade que opera em nós. Mas é em nós que o poder opera. Portanto, é de nós que deve proceder o exercício de tal vontade de Deus.
Sim, tal poder opera em nós como vontade de Deus engendrada em nós.
Todavia, a vontade de Deus não tem que ser emocionante para ser obedecida.
A emoção de Abraão levando Isaque para o Moriá não era romântica em nada...
Jesus disse:
“Se sabeis estas cosias..., bem-aventurados sois se as praticardes”.
Não se vê Jesus carregando pessoas. Vê-se Jesus curando pessoas e pondo-as para andar.
Mas tem gente que não quer ser curada; e se Jesus lhes disser que estão curadas, e que, portanto, andem, ainda assim dirão: “Senhor, me leva no colo; pois eu não consigo”.
Deus nos deu vontade.
Deus nos deu poder.
Deus nos assiste com o poder da fé.
Mas o homem tem que andar... Tem que se levantar... Tem que querer ser curado para usufruir o poder de Deus como cura.
O ensino do Evangelho impõe que o homem use todos os seus recursos na decisão de fazer a vontade revelada de Deus; seja ela qual for... E se algo me for maior, então, devo saber que terei sempre o poder me transcende, mas, para isto, devo antes ter me posto a caminho, com as forças que me facultarem o ato consciente de obedecer.
Pense nisso!

Nele,


Caio
26 de julho de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
www.caiofabio.com
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Conceito de Família e Casamento (2)

Rev. Elci


No estudo da antropologia, se observam várias práticas
No que respeita à União Conjugal, ao matrimônio:
Monogamia - Costume ou prática, socialmente aceita,
De uma pessoa - homem ou mulher - só um cônjuge vir a ter.
Poliandria - Prática segundo a qual uma mulher podia ter
Vários maridos, simultaneamente.
Poligamia – União Conjugal d’um homem com várias mulheres,
Ao mesmo tempo, de sua capacidade financeira a depender.
Casamento de grupo – N’algumas situações de sociedades
Em que mais que duas pessoas se casavam,
Umas com as outras, num grupo bastante coeso.

Casamento na antiga Grécia – alguns informes
As jovens atenienses casavam entre os 14 e os 18 anos,
Enquanto que os homens por volta dos 30 anos.
Era relativamente comum o casamento entre
Um primo e uma prima, um tio e a sua sobrinha,
Ou mesmo entre meios-irmãos que não tivessem o mesmo pai.
O casamento era antecedido pela cerimónia do noivado (enguesis),
Uma negociação entre o pai da jovem (ou o seu tutor) e o noivo,
Podendo ter lugar vários anos antes da concretização do casamento.
De noite decorria o ritual de condução da jovem para a sua nova casa.
Na porta da casa do noivo, seus pais a noiva recebiam.
A mãe do noivo, portando uma tocha e o pai uma coroa de mirto.

Dava-se à noiva um bolo de sésamo e mel ou uma tâmara.
Atiravam-se então sobre a cabeça desta figos secos e nozes,
Enquanto era levada até ao fogo sagrado pela mãe do noivo.

Bibliografia: ADKINS, Lesley; ADKINS, Roy A. - Handbook to Life in Ancient Greece. Nova Iorque: Facts on File, Inc., 1997. ZAIDMAN, Louise Bruit; PANTEL, Pauline Schmitt - Religion in the Ancient Greek City. Cambridge University Press, 1992. ISBN 0521423570

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Rejeite o Desânimo...





"O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos." Prov. 17:22



Está provado pela ciência médica que pessoas felizes vivem mais. Mesmo com câncer, aqueles que estão em paz com Deus e com os homens têm mais possibilidades de cura. Não se trata de pensamento positivo. Com autodisciplina e um pouco de esforço, você pode repetir um milhão de vezes: "Eu estou bem." Porém, quando a noite chega, os fantasmas de sua própria consciência perturbam seu coração. Tudo continua igual.

A expressão "o coração alegre", que o provérbio acima menciona, em hebraico, é Leb sámêh. Literalmente significa um coração satisfeito e agradecido. Satisfação, não conformismo. É reconhecimento da soberania de Deus. Nada acontece abaixo do Sol sem que Ele o permita. Eu sei que você não compreende muitos acontecimentos pelos quais está passando hoje. A dor impede de ver muitas coisas, mas o tempo se encarregará de mostrar-lhe que Deus tem sempre razão.

A confiança em Deus coloca paz e otimismo em seu coração. Não são atitudes fabricadas. São caudais de água limpa que brotam de um manancial puro. Conectado ao poder infinito, o ser mais frágil torna-se forte e olha a vida sob um prisma diferente.

Nas horas mais escuras da vida, aprenda a confiar em Deus. Por mais que a adversidade pareça arrasar seus sonhos, Deus não perdeu o controle da situação. Ele continua ao leme de sua pequena embarcação e o levará ao porto seguro. O segredo é não desistir.

Se você tirar os olhos de Jesus e os colocar nas dificuldades, o barquinho começará a afundar. Só Jesus é capaz de ajudá-lo a atravessar o vale das trevas pelo qual você está passando.

Abra seu coração a Deus, clame! Diga-Lhe que já não tem forças para resistir à provação. Ele o ouvirá. Não é insensível ao sofrimento humano. Não precisa ser informado da dor que envolve a sua vida. Mas quando você diz pra Ele o que está sentindo, a sua fé aumenta, a confiança brilha, e isso lhe faz um bem extraordinário. Porque "o coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos."



Autor desse texto: Pr. Alejandro Bullón


Enviado P/ AV

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Inversão de Valores

"No futebol, o Brasil ficou entre os 8 melhores do mundo e todos estão tristes.
Na educação é o 85º e ninguém reclama..."

EU APOIO ESTA TROCA

TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
O salário de 344 professores que ensinam = ao de 1 parlamentar que rouba
Essa é uma campanha que vale a pena!
Repasso com solidária revolta!


Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00
Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo.

O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.
Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:
'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.
Repassar esta mensagem é uma obrigação, é sinal de patriotismo, pois a vergonha que atualmente impera em nossa política está desmotivando o nosso povo e arruinando o nosso querido Brasil.
É o mínimo que nós, patriotas, podemos fazer.

PS _ Não poderia deixar de publicar esta matéria pois a mesma é de grande valia. Pois na qualidade de professor, entendo que pouca importância se dar ao nosso trabalho e sobretudo a educação.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Rev. Cáio Fábio Ainda Fala - 30














AS NORMALIDADES
DO MUNDO...‏

Cuidado com as normalidades do mundo…
Sim, pois no mundo a vida é um morrer de descuido e de descaso...
Portanto, seguir a normalidade da vida segundo o mundo, de fato é entregar-se ao fluxo dos que vão na avalanche pensando que o abismo não chegará nunca...
A normalidade do mundo é doença segundo Deus...
Tal é a normalidade do mundo que pelo voto se pode escolher Barrabás...
No mundo um homem que salve uma vida em situação de por a sua própria em risco, é um herói; enquanto aqueles que vivem todos os dias salvando vidas, são apenas pessoas que fazem isso...
No mundo..., poder é domínio sobre outros...
No Evangelho..., poder, antes de tudo, é controlar a si mesmo.
No mundo a inveja faz os homens quererem crescer segundo o mundo...
No Evangelho, por exemplo, o que move um homem na vida deve sempre ser o amor que a ninguém inveja, e que é contente em ser quem é...
O mundo diz que o Grande é o quantificável...
O Evangelho diz que o quantificável é nada, pois o que É não é mensurável...
O mundo diz que odeia o ódio, mas odeia sempre com mais ódio ainda aqueles sobre os quais são impostas as certezas de “eles” serem os promotores do ódio...
No mundo quem não aceita um desafio é covarde...
No Evangelho aquele que aceita um desafio é tolo...
O homem do Evangelho nunca deve aceitar desafios de outros, mas apenas andar segundo sua própria superação em amor sábio.
Entretanto, no mundo é normal dar segundo se recebeu...
A toda ação corresponde uma reação equivalente, advoga o mundo, seguindo como sabedoria para a vida a Lei da Gravidade e das forças das pedras e dos projéteis...
No Evangelho... à cada ação que incida sobre nós, deve haver uma ponderação...; e, então, depois, a escolha do curso de caminho que seja o nosso próprio caminho, e não um andar tangido pelo pastoreio dos impositores de caminhos e veredas desviados...
Na normalidade anestesiada do mundo, todo sucesso é prisão e mais escravidão ainda ao sucesso como deus...
No Evangelho todo verdadeiro sucesso liberta a pessoa da escravidão do sucesso segundo o mundo.
O mundo do qual falo é apenas um: esse feito de ideologias, grifes, objetivos e cronogramas de alcance de alvos bem materiais e terrenos... Sim, o mundo do qual falo é esse ente sem dono humano aparente, mas que controla todas as nossas decisões, dando-nos a ilusão de livre arbítrio...
Ora, nesse mundo pode-se odiar quem nos odeia; pode-se antipatizar gratuitamente; pode-se tudo o que se pode...; exceto matar... [exceto nas exceções convencionadas] ou roubar [a menos que se evite ser “pego”].
No mundo é normal ser aflito, angustiado, preocupado, desejoso, insatisfeito, sempre em busca de algo, sempre se medindo por outros, sempre na Maratona das Comparações...
No mundo o normal é consumir...
Portanto, tome cuidado; pois ser normal segundo o mundo é fazer-se louco diante de Deus e da vida que é.
Não esqueça nunca que a única normalidade já vista em um homem está no Filho do Homem.
Pense nisso!

Caio
6 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
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Terminalidade


Não há opção. Não há como abrandar ou modificar a ditadura do tempo. Amanhã terminará aquilo que começou exatamente há um ano e daqui a um ano vai terminar o que vai começar amanhã. 2010 se retira à meia-noite e 2011 desponta em seguida. Tem sido assim desde a criação dos céus e da terra. Não se pode dizer que 2010 está doente e precisa sair para dar vez a um outro ano mais sadio. 2010 seria substituído por 2011, estando ou não sadio.
Outro fim inexorável é o fim da vida. Esse, sim, é mal visto e indesejado por quase todos. Em certo sentido, todos estamos no estado terminal, já que ninguém é absolvido da morte. Mas é na velhice que se pensa mais na morte. Temos inventado muitas expressões para nos referir à velhice de modo mais educado e encorajador: terceira idade ou a melhor idade etc. Outro dia, a advogada Ângela Tuccio, responsável pelo departamento jurídico do Hospital São Camilo, em São Paulo, usou uma palavra muito apropriada: esse último estágio da vida humana deve ser chamado de terminalidade.
Isso me fez lembrar a melhor descrição de terminalidade jamais escrita. Ela está no último capítulo de Eclesiastes, que descreve magistralmente a decrepitude humana — com a idade, tanto a audição como a visão diminuem progressivamente, as pernas ficam fracas e as mãos começam a tremer, os dentes caem, os cabelos ficam brancos, caminha-se perigosamente e passa-se a temer os lugares altos. O auge da terminalidade é descrito como a lamparina de ouro (o dom da vida) que cai e quebra ou como o pote de barro que se despedaça quando a corda que o prendia se parte. O leitor de qualquer idade fará muito bem se ler atenciosamente o 12º capítulo de Eclesiastes.
Há poucos dias, encontrei-me com um missionário irlandês muito enfermo. A doença é grave, progressiva e sem esperança de cura, chama-se ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Aos amigos, ele confidenciou: "Eu tenho ELA, mas Ele me tem!". Esse mesmo amigo, de 66 anos, também declarou: “Se o Senhor me curar, vocês verão a glória de Deus; e se ele não me curar, eu é que verei a sua glória!”.
Que neste novo ano, sua confiança em Deus, seu respeito por Jesus Cristo e sua disposição de não entristecer o Espírito Santo cresçam a olhos vistos, para você mesmo e para a comunidade. A esperança deve pesar muito mais do que as lamúrias neste final de ano e neste início de outro ano!

Elben César

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Max Lucado

3. Vida Ímpia

Romanos 1.21-32
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis... honraram e serviram mais a criatura do que o Criador. Romanos 1.23,25
Pode um grilo conceber comunhão? Tenho esta¬do meditando na questão desde o último domin¬go, quando ambos, o grilo e a indagarão surgi¬ram no meu caminho. A Ceia do Senhor estava sendo servida quando, ao curvar minha cabeça, avistei o visitante embaixo do banco. Minha mente fértil imaginou-o entrando sorrateiramente pela porta lateral, esgueirando-se por entre os pés dos diáconos, e caminhando para a frente do santuá¬rio.
A visão de um grilo despertou muitas emo¬ções dentro em mim, nenhuma delas espiritual. Perdoem-me todos vocês, amantes de insetos, mas não fui atraído por sua beleza nem surpre¬endido por sua força. Normalmente eu não me interessaria pelo inseto, porém a presença de um bichinho no auditório pareceu-me simbólica.
Temos algo em comum, você, eu, e o grilo: visão limitada. Espero que o paralelo não o faça virar bicho {ai!), mas eu o acho apropriado. Nenhum de nós faz uma imagem correta da vida além do espigão.
Veja você, tanto quanto interessa ao grilo, seu universo inteiro é um auditório. Posso visualizá-lo levando o filho para fora da parede, numa noite, e mandando-o levantar os olhos ao espigão. Ele coloca a pata em volta do filho e suspira:
— Como é poderoso o firmamento sob o qual vivemos, filho!
Ele sabe que o que está vendo é apenas uma fração? E as aspirações de um grilo... Seu mais alto sonho é achar um pedaço de pão. Ele adormece com visões de migalhas de torta e pingos de geléia.
Senão, considere-o o herói do mundo dos grilos. O célebre inseto. Alguém tão veloz que pode cruzar uma sala cheia de pés. Tão corajo¬so, que explorou o interior do batistério. Tão ousado, que aventurou-se a entrar num imponente gabinete, ou a saltar do peitoril de uma janela. Existe, nas crônicas do reino dos grilos, uma historia sobre Venerável Grilo, que marchou pelas paredes bradando: “O bicho-ho¬mem está vindo! O bicho-homem está vindo!”?
Os assombrados grilos sempre olham um para o outro e exclamam “Oohh!”?
Talvez a principal questão seja: o que leva um grilo a adorar? Ele reconhece que houve uma mão por trás do edifício? Ou ele escolheu adorar o mesmo edifício? Ou talvez um lugar no edifício? Ele assume que, desde que ele não viu o construtor, não há construtor algum?
O hedonista o faz. Desde que nunca viu a mão que fez o universo, ele assume que não há vida além do aqui e agora. Acredita que não há verdade além desta sala. Nenhum propósito além de seu próprio pra¬zer. Nenhum fator divino. Ele não tem interesse no eterno. Como um grilo que se recusa a reconhecer um construtor, ele recusa-se a confes¬sar seu Criador.
O hedonista opta por viver como se absolutamente não houvesse Criador. Novamente, a palavra de Paulo para isto é ateísmo. Escreveu o apóstolo: “Eles não se importaram em ter conhecimento de Deus” (Rm 1.28).
O que acontece quando a sociedade vê o mundo através dos olhos de um grilo? O que ocorre quando uma cultura se instala numa choupana de sapé, em vez de no castelo do pai? Existem conseqüências para a busca de prazeres ímpios? Ele está mais interessado em satisfazer suas paixões que no conhecimento do Pai. Sua vida é tão ávida de prazeres, que não sobra tempo nem espaço para Deus.
Ele está certo? É correto gastar nosso dias vivendo pelo rumo do nariz, sem nos importarmos com Deus?
Paulo afirma “Absolutamente não!”
De acordo com o primeiro capítulo de Romanos, perdemos bem mais que vitrais quando rejeitamos a Deus. Perdemos nosso critério, nosso propósito, e nossa adoração. “Em seus discursos se desvanece¬ram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tor¬naram-se loucos” (Rm 1.21,22).
1. Perdemos Nosso Critério
Quando eu tinha nove anos, elogiei um aeromodelo de meu cole¬ga. Ele tão-somente replicou:
— Eu o roubei.
Deve ter notado meu espanto, e perguntou-me:
— Você acha que isso foi errado?
Disse-lhe que sim, e ele respondeu-me simplesmente:
— Pode ser errado para você, não para mim. Não fiz mal a ninguém quando roubei o avião. Conheço o dono. Ele é rico; pode comprar outro. Eu, não.
O que você me diz desse argumento? Se você não acredita na vida além das vigas do teto, tem pouco a dizer. Se não há um bem supremo por trás do mundo, então como definimos “bem” dentro do mundo? Se a maioria das opiniões determinam o bem e o mal, o que acontece quando a maioria está errada? O que você faz quando a maioria do grupo diz que não há problema em roubar, atacar, ou mesmo disparar armas de fogo de um veículo em movimento?
O mundo sem moral do hedonista pode ficar bem no papel, ou soar importante num curso de filosofia, mas e na vida? Chegue para o pai de três crianças, cuja esposa o abandonou, e diga-lhe: “Divórcio pode ser errado para você, mas para mim, está tudo certo”. Ou peça a opinião de uma adolescente grávida e amedrontada, para quem o na¬morado disse: “Se você tiver o bebê, a responsabilidade será sua”. Ou então pergunte a um aposentado, cuja pensão foi roubada por um mercenário que acreditava estar tudo bem, desde que não fosse apanhado.
Por outro lado, uma visão piedosa do mundo tem algo a dizer ao meu ladrão infantil. A fé desafia esses cérebros-de-grilo a responder por um critério superior, em vez de por uma opinião pessoal: “Você pode pensar que é certo. A sociedade pode achar que está tudo bem. Porém o Deus que fez você disse: ‘Você não deverá roubar’ — e Ele não estava brincando”.
A propósito, siga o pensamento ímpio com a sua extensão lógica, e veja o que você ganha. O que acontece quando uma sociedade nega a importância do certo e errado? Leia a resposta na parede de uma pri¬são, em Poland: “Libertei a Alemanha da estúpida e degradante falácia de consciência e moralidade”.
Quem fez tal jactância? Adolf Hitler. Onde estão afixadas estas pala¬vras? Num campo de extermínio nazista. Os visitantes lêem a declara¬ção, e então vêem os resultados: uma sala abarrotada com milhares de libras de cabelos de mulheres, salas cheias de retratos de crianças cas¬tradas, e fornos de gás que serviram para a solução final de Hitler. Paulo descreve-o melhor: “Seu coração insensato se obscureceu” (Rm 1.21).
Ora, Max, você está indo longe demais. Não está esticando o que começou com o roubo de um aeromodelo, para terminar num holocausto?
Na maioria das vezes não chega a tanto. Mas poderia. E o que há para interrompê-lo? Que dique pode segurar o fluxo do Negador-de-Deus? Que âncora usaria o secularista para impedir que a sociedade fosse sugada pelo mar? Se uma sociedade deleta Deus da equação humana, que sacos de areia empilharia contra a crescente maré de barbarismo e hedonismo?
Como se expressou Dostoevsky, “Se Deus está morto, então tudo é justificável.”
2. Perdemos nosso Propósito
A seguinte conversa ocorreu entre um canário na gaiola e uma cotovia no peitoril da janela. A cotovia deu uma olhada para o canário e perguntou-lhe:
— Qual é o seu propósito?
— Meu propósito é comer sementes.
— Para quê?
— Para ficar forte.
— Para quê?
— Para poder cantar — respondeu o canário.
— Para quê? — continuou a cotovia.
— Porque quando eu canto, ganho mais sementes.
— Então você come a fim de ficar forte para poder cantar, e então ganhar mais sementes para comer?
— Sim.
— Há mais que isso para você — ofereceu a cotovia. — Se você me seguir, eu lhe mostrarei. Mas você deve deixar sua gaiola.
É difícil encontrar sentido em um mundo engaiolado. Mas isto não nos impede de tentarmos. É só cavar fundo o bastante em cada cora¬ção, e você o achará: uma ânsia de significado, uma busca de propósi¬to. Tão certo quanto um menino respira, um dia ele quererá saber: “Qual o propósito de minha vida?”
Alguns buscam significado numa carreira. “Meu propósito é ser um dentista”. Excelente vocação, mas dificilmente uma justificativa para a existência. Eles optam por ser um “fazedor” humano em lugar de um “ser” humano. “Fazer” em vez de “ser”. Eles são aquilo que fazem; consequentemente, fazem muito. Trabalham muitas horas, porque se não trabalharem não terão identidade.
Outros são o que têm. Estes encontram significado num carro novo, numa casa nova, ou em roupas novas. Tais pessoas são desmedidas para a economia, e desbastam o orçamento porque estão sempre bus¬cando sentido em algo que possuam.
Ainda há aqueles que procuram significado nos descendentes. Eles vivem de modo vicário através dos filhos. Ai desses filhos. Já é bastante duro ser jovem, sem ter de ser ainda a razão de viver de alguém. Alguns tentam esportes, diversões, cultos, sexo. Tudo miragens no deserto. “Dizendo-se sábios, tornaram-se lou¬cos” (Rm 1.22).
Não deveríamos encarar a verdade? Se não reconhecemos a Deus, somos destroços de naufrágio no universo. Na melhor das hipóteses, somos animais desenvolvidos. E na pior, poeira reagrupada. No final da análise, a resposta dos secularistas à indagação “Qual o significado da vida?” é uma só: “Não sabemos”.
Ou, como concluiu o paleontólogo Stephen J. Gould:
Nós existimos porque um singular grupo de peixes, com uma anatomia peculiar, pôde transformar barbatanas em pernas para criaturas terres¬tres; porque a terra nunca congelou inteiramente durante a era do gelo; porque uma pequena e tênue espécie, surgida na África a um quarto de milhão de anos, tinha treinado, até então, para sobreviver a qualquer custo. Podemos anelar uma resposta elevada — mas não há nenhuma.

O propósito do homem é ser sacrificado sobre o altar do ateísmo. Contraste isso com a visão de Deus para a vida: “Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazer boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos” (Ef 2.10 NVI).
Com Deus em seu mundo, você não é um acidente ou incidente; você é uma dádiva para o mundo, uma sublime obra de arte assinada por Deus.
Um dos melhores presentes que já recebi é uma bola de futebol assinada por trinta zagueiros profissionais. Não há nada de mais nessa bola. Até sei que ela foi comprada com desconto numa casa de artigos esportivos. O que a torna singular são as assinaturas.
O mesmo se dá conosco. No esquema natural Homo Sapiens não há singularidade. Não somos as únicas criaturas com carne, cabelo, sangue e coração. O que nos faz especiais não é nosso corpo, mas a assinatura de Deus em nossas vidas. Somos sua obra prima. Somos criados à sua imagem para as boas obras. Somos significantes, não por causa do que fazemos, mas por quem somos.
3. Perdemos Nossa Adoração
Já ouviu a história do homem procurando as chaves sob a luz do poste? Seu amigo o vê e pára a fim de ajudá-lo. Após alguns minutos, o amigo pergunta:
— Mas exatamente onde você deixou cair as chaves?
— Em minha casa — responde o homem.
— Em sua casa? Então por que está procurando aqui fora?
— Porque a luz é melhor aqui.
Você nunca achará o que precisa, se não procurar no lugar certo. Se você está procurando suas chaves, vá para onde as perdeu. Se está a procura de verdade e propósito, vá para o lado de fora do espigão. E se está em busca do sagrado, mais uma vez, você não conseguirá achá-lo, se pensar como um grilo.
E trocaram a glória de Deus, que sustenta o mundo inteiro em suas mãos, por estatuetas baratas, que podem ser compradas em qualquer beira de estrada (Rm 1.21).
Voltemos aos grilos por um instante. Suponha que esses grilos se¬jam totalmente avançados e, freqüentemente, se empenhem na filosó¬fica questão “Existe vida além do espigão?”
Alguns grilos acreditam que sim. Deve haver um criador desse lu¬gar. Se não, como surgiu a luz? Como pode o vento soprar através dos orifícios? Como pode a música encher o aposento? Admirados com o que podem ver, eles adoram o que não vêem.
Porém outros grilos discordam. A partir de estudos, eles acham que a luz vem por causa da eletricidade. O vento assopra por causa do condicionador de ar, e a música é o resultado da caixa acústica. “Não havida além desta sala”, declaram eles. “Calculamos como tudo funci¬ona”.
Vamos deixar os grilos ganhar essa? Claro que não! “Não é porque vocês não entendem o sistema”, devemos dizer-lhes, “que vão negar a presença de alguém do lado de fora dele. Além disso, quem o cons¬truiu? Quem instalou o interruptor? Quem projetou o compressor ou construiu o gerador?
Mas não estamos cometendo o mesmo engano? Compreendemos como são formadas as tempestades. Mapeamos o sistema solar, e trans¬plantamos corações. Medimos a profundidade do oceano, e enviamos sinais a planetas distantes. Nós, os grilos, temos estudado o sistema e aprendido como este funciona.
E assim, a perda do mistério tem levado a perda da majestade. Quanto mais conhecemos, menos acreditamos. Estranho, não acha? O conhecimento do processo não deveria desmentir o milagre. O conhecimento deveria suscitar a admiração. Quem tem mais razão para adorar que o astrônomo que vê as estrelas? Que o cirurgião que segura corações nas mãos? Que o oceanógrafo que sonda as profundezas? Quanto mais conhecemos, mais deveríamos nos ma¬ravilhar.
Ironicamente, quanto mais conhecemos, menos adoramos. Estamos mais impressionados com a nossa descoberta do interruptor, que com o inventor da eletricidade. É a lógica dos cérebros-de-grilo. Em lugar de adoramos ao Criador, adoramos a criação (Rm 1.25).
Sem maravilhas não há admiração. Achamos que tudo é calculado. Uma das atrações mais populares da Disney World é a Jungle Cruise. As pessoas não se importam de passar quarenta e cinco minutos espe¬rando no calor da Flórida, para ter a oportunidade de entrar no barco e atravessar a floresta infestada de cobras. Elas o fazem pela emoção. Você nunca sabe quando um nativo pulará de uma árvore, ou um cro¬codilo sairá da água. As cachoeiras encharcam você, o arco-íris o inspi¬ra, e o filhote de elefante brinca na água para seu divertimento.
É uma viagem total — nas primeiras vezes. Mas depois de quatro ou cinco corridas rio abaixo, começa a perder a graça. Eu deveria saber. Durante os três anos em que morei em Miami, Flórida, fiz umas vinte viagens a Orlando. Eu era solteiro e dono de um furgão, e levava qual¬quer um que desejasse passar um dia no Reino Encantado. Lá pela oitava ou nona viagem, eu podia dizer os nomes de todos os guias e as piadas que eles contavam.
Um par de vezes cheguei a cochilar durante a viagem. A trilha per¬dera seus mistérios. É de admirar que as pessoas durmam numa ma¬nhã de domingo (seja na cama ou na igreja)? Agora você sabe. Elas já viram tudo. Por que ficar excitadas? Eles conhecem tudo. Nada mais há de sagrado. O santuário tornou-se enfadonho. Em vez de agitados, como meninos no parque, passamos a vida dormitando, como passa¬geiros que repetem o mesmo percurso de trem todos os dias.
Entende como as pessoas se tornam cheias de pecados sexuais, usando seus corpos iniquamente umas com as outras? (Rm 1.24).
De acordo com o primeiro capítulo de Romanos, ateísmo é uma péssima barganha. Nessa de viver o hoje, o hedonista construtor de cabanas destrói sua esperança de viver num castelo amanhã.
O que era verdade nos dias de Paulo, ainda o é nos dias de hoje, e faríamos bem se atentássemos para a sua advertência. Do contrário, o que nos livra de destruirmos a nós mesmos? Se não há critérios nesta vida, nenhum propósito para esta vida, e nada sagrado acerca desta vida, o que nos impede de fazermos tudo o que quisermos? — Nada — responde um grilo ao outro.
Como Deus se sente acerca de tal filosofia de vida? Deixe-me dar-lhe uma dica. Como você se sentiria se visse seus filhos contentando-se com migalhas, quando você lhes tem preparado um banquete?

Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 29


O MANDAMENTO DE DEUS É SAÚDE!‏

Quando Jesus insiste em que não se ande ansioso de nada, quando ordena que se confie no cuidado do Pai, e ainda quando diz para enchermo-nos de esperança a fim de vivermos todos os dias — Ele certamente sabia o que dizia; e isto não por razões “devocionais”, mas sim de saúde e vida.
Aliás, Jesus não tem mandamentos “Devocionais”. Todos apenas têm a ver com saúde e vida.
Tudo o que Jesus manda fazer é para o bem do homem, não de Deus.
Nada há que o homem possa fazer que faça a mal ou bem a Deus. O homem pode fazer mal até aos anjos, mas o grande mal que ele faz, além de atingir as demais criaturas sob o alcance de seus “dominios de morte”, atinge apenas a ele mesmo.
Os mandamentos de Deus são vida; e são também os agentes de poder anti-suicida que a Graça implanta em nós como motor de vida.
Assim é com tudo o mais que seja pertinente a Jesus e ao Evangelho!
Paulo, seguindo a mesma toada, nos diz no que pensar e nos manda manter a mente esperançosa sempre...
E mais: ninguém insiste mais no poder da gratidão para o bem do todo da vida, da purificação da consciência à consagração de alimentos; do serviço a Deus e ao patrão ruim; de tudo a tudo Paulo manda que se ande em gratidão.
Hoje se sabe que o pensamento do homem pode viciar seu cérebro na negatividade, e, assim, adoecer o comportamento humano e suas relações sociais, e tudo porque, agora, mesmo lutando contra, o homem se vê viciado em pensar mal, o negativamente, e, quando vê, já está no processo...
Humildade, alegria e fé esperançosa são os melhores animadores de mente, alma e cérebro!
A humildade nos impede de surtar...
A alegria nos condiciona a pensar em problemas como oportunidades...
A fé esperançosa não reconhece impossibilidade nem diante da morte...
De outro lado o mandamento ensina o realismo total...
Não nascem figos de espinheiros e nem uvas de abrolhos!...
Assim é o realismo de Jesus...
O equilíbrio entre senso de realidade e os mandamentos da esperança pacificada em fé, combinados, geram o ser sadio e harmonizado em tudo; isto na relatividade do tempo presente...
Portanto, saiba: negatividade, mau humor, medo, desconfiança e ingratidão são para o cérebro drogas mais destruidoras do que heroína e cocaína...
As drogas químicas acabam com o corpo e atacam o sistema nervoso, mas têm menos poder de atingir o espírito do que a negatividade, o mau humor, o medo, a desconfiança e a ingratidão...
Overdose de negatividade mata a alma de qualquer homem; é apenas uma questão de tempo.
Hoje se sabe como as decisões de natureza psicológica afetam o corpo todo. Uma pessoa apaixonada recebe as mesmas cargas de estimulo químico-cerebral que uma pessoa que sofra de Transtorno Obsessivo Compulsivo. A paixão muda o cérebro enquanto dure a paixão, assim como o TOC altera o cérebro do homem — e nas mesmas áreas...
Veja: uma paixão muda o cérebro... Por isto, muitas vezes, a pessoa apaixonada não ama aquele por quem se apaixonou, mas apenas está sob o efeito da droga que o cérebro liberou em razão da magia psíquica que se instalou na alma do amante.
Um ano depois, quando o efeito da droga vai diminuindo no cérebro, a paixão começa a se esvair...
Ora, assim como a paixão, creia, a negatividade, a ansiedade, o pânico, o pessimismo, a descrença, e os pensamentos auto-destrutivos ou tomados de paranóia, sim, todos eles, separadamente ou somados, têm poder maior do que o da cocaína ou da paixão, que são drogas poderosas...
Assim, não adianta orar pedindo bênçãos de Deus se a sua mente é uma oficina de demônios de negatividade...
Conserte a sua mente, os seus pensamentos...; e seu novo pensar e seu novo sentir e atuar na vida tornar-se-ão as orações mais efetivas e saudáveis para você mesmo...
Os homens a quem Jesus comparou a meninos, eram seres que não se satisfaziam com nada: nem com a alegria e nem com a tristeza...
Jesus disse que gente como eles haviam se tornado... nem Deus poderia ajudar!...
Você já pensou em como suas dores podem apenas ser vícios mentais antigos e que hoje se apresentam mediante as desordens que em você aparecem sem que você saiba a razão.
Pense nisso e tome suas decisões enquanto é Dia...

Nele,


Caio
3 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
www.caiofabio.com
www.vemevetv.com.br

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Companheirismo na Caminhada Cristã


Assunto – Companheirismo na Caminhada Cristã

Texto 1: Eclesiastes 4: 9 – 16: - Bíblia Ecumênica

1 Depois volvi-me, e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol; e eis as

INTRODUÇÃO: lágrimas dos oprimidos, e eles não tinham consolador; do lado dos seus opressores havia poder; mas eles não tinham consolador. 2 Pelo que julguei mais felizes os que já morreram, do que os que vivem ainda. 3 E melhor do que uns e outros é aquele que ainda não é, e que não viu as más obras que se fazem debaixo do sol. 4 Também vi eu que todo trabalho e toda destreza em obras provêm da inveja que o homem tem do seu próximo. Também isso é e vaidade e desejo vão. 5 O tolo cruza as mãos, e come a sua; própria carne. 6 Melhor é um punhado com tranqüilidade do que ambas as mãos cheias com trabalho e vão desejo. 7 Outra vez me volvi, e vi vaidade debaixo do sol. 8 Há um que é só, não tendo parente; não tem filho nem irmão e, contudo, de todo o seu trabalho não há fim, nem os seus olhos se fartam de riquezas. E ele não pergunta: Para quem estou trabalhando e privando do bem a minha alma? Também isso é vaidade a e enfadonha ocupação.

1º. DESTAQUE: FORA COM INDIVIDUALISMO
9 Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.
10 Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá outro que o levante. 11 Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará?
12 E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.

Isaias 41:
2º. DESTAQUE: NO CONVÍVIO MUNDANO EXISTE COMPANHEIRSIMO:
1 Calai-vos diante de mim, ó ilhas; e renovem os povos as forças; cheguem-se, e então falem; cheguemo-nos juntos a juizo. 2 Quem suscitou do Oriente aquele cujos passos a vitória acompanha? Quem faz que as nações se lhe submetam e que ele domine sobre reis? Ele os entrega à sua espada como o pó, e ao seu arco como pragana arrebatada pelo vento. 3 Ele os persegue, e passa adiante em segurança, até por uma vereda em que com os seus pés nunca tinha trilhado. 4 Quem operou e fez isto, chamando as gerações desde o princípio? Eu, o Senhor, que sou o primeiro, e que com os últimos sou o mesmo. 5 As ilhas o viram, e temeram; os confins da terra tremeram; aproximaram-se, e vieram. 6 um ao outro ajudou, e ao seu companheiro disse: Esforça-te. 7 Assim o artífice animou ao ourives, e o que alisa com o martelo ao que bate na bigorna, dizendo da coisa soldada: Boa é. Então com pregos a segurou, para que não viesse a mover-se.

Mateus 18
3º. DESTAQUE: A FALTA DE AMOR E DE PERDÃO AO COMPAMHEIRO
28 Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves. 29 Então o seu companheiro, caindo-lhe aos pés, rogava-lhe, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei. 30 Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. 31 Vendo, pois, os seus conservos o que acontecera, contristaram-se grandemente, e foram revelar tudo isso ao seu senhor. 32 Então o seu senhor, chamando-o á sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste; 33 não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti?
Filemom 1:17 ; Assim pois, se me tens por companheiro, recebe-o como a mim mesmo.

4º. DESTAQUE: SÃO PAULO CONTOU COM CAMPANHIAS SAUDAVEIS NA CAMINHADA CRISTA
Filipenses 2: 25: Julguei, contudo, necessário enviar-vos Epafrodito, meu irmão, e cooperador, e companheiro nas lutas, e vosso enviado para me socorrer nas minhas necessidades;
Colossenses 4: 10: Saúda-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, o primo de Barnabé (a respeito do qual recebestes instruções; se for ter convosco, recebei-o),
Filemom 1:1: Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, nosso companheiro de trabalho,
Filemom 1:2 : ...e à nossa irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa:

5º. DESTAQUE: NOS MOMENTOS CRUCIANTES DA VIDA CRSITÃ É PRECISO HAVER COPANEIRISMO
Filemom 1:23: Saúda-te Epafras, meu companheiro de prisão em Cristo Jesus,

CONCLUSÃO – A vida cristã é um tomar de cruz diária. Para estarmos juntos e sermos companheiros uns dos outros precisamos renunciar o nosso eu, o ego. Vejamos o texto de Atos 2: 42 e perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. 43 Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. 44 Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. 45 E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. 46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.

Rev. Cornélio Gonzga
* textos são da Bíblia Ecumênica - Livre, Internet

Rev. Caio Fábio Ainda Fala - 28

PROVÉRBIOS DO EVANGELHO!‏

Neste texto quando eu aludir a Consciente, referir-me-ei ao homem sensato; e quando falar do Tolo..., estarei falando do Insensato ou do Simples em sua ingenuidade patológica ou deliberada em razão de processos de auto-engano.
1. O Consciente ouve toda verdadeira repreensão com temor grato, mas o Tolo sente-se ofendido por cada verdade que poderia ajudá-lo.
2. O Consciente sente todas as dores deste mundo e com elas lava-se em doçuras, mas o Tolo extrai da dor apenas a amargura.
3. O Consciente foge de toda luta que não seja pela vida, mas o Tolo faz de toda discordância uma questão de salvação do mundo.
4. O Consciente sente para si e medita com paciência cada coisa, mas o Tolo levanta-se e age conforme o primeiro impulso.
5. O Consciente ama a todos, mas o Tolo fica amigo de qualquer um que o trate bem naquela hora.
6. O Consciente sabe que amizade é um trabalho de tecimento e tecelagem, mas o Tolo acha que uma boa bebedeira faz amigos.
7. O Consciente vive e deixa viver, embora não negocie seus princípios jamais; mas o Tolo sente a obrigação de se impor sobre todos os diferentes.
8. O Consciente faz o bem e se esquece, mas o Tolo o conta como currículo.
9. O Consciente vive muito e fala pouco acerca de tudo o que já viu, mas para o Tolo toda primeira descoberta o torna o senhor de todos os saberes.
10. O Consciente ama a todos, até aqueles de quem não goste; mas o Tolo ama apenas os que lhe agradam com consentimentos, e desgosta-se de todos os que não sejam como ele.
11. O Consciente vê em cada outro humano um altar, mas o Tolo somente vê altares em lugares onde tijolos e pedras tenham sido erguidos.
12. O Consciente sente a espera da Volta do Filho do homem todos os dias, mas o Tolo crê que poderá prever alguma coisa.
13. O Consciente vê o mal e dele foge; mas o Tolo acha que é domador de demônios.
14. O Consciente sabe que a cada semente corresponde seu próprio fruto, mas o Tolo crê que pode semear uma natureza e colher outra.
15. O Consciente leva em consideração cada acusação que recebe e nelas medita, pois crê que delas possa tirar algum proveito, ainda que em silêncio; mas o Tolo perde a chance de se enxergar até nos exageros dos que o acusem.
16. O Consciente sabe que sua melhor certeza ainda é parcial, mas o Tolo julga ter atingido o discernimento pleno.
17. O Consciente pode esperar o tempo certo, mas o Tolo nunca perde uma oportunidade de ventar os seus impulsos e precipitações.
18. O Consciente sabe que somente o trabalho contínuo e perseverante estabelece a credibilidade, mas o Tolo quer se tornar sábio e respeitado da noite para o dia.
19. O Consciente é tentado e não se julga forte para dialogar com a tentação, mas o Tolo a leva para casa e lhe serve chá, julgando que poderá educá-la.
20. O Consciente sabe que seu pior diabo é a sua cobiça, mas o Tolo atribui ao Diabo externo todas as culpas.
21. O Consciente pode morrer sozinho, mas se saberá acompanhado e dignificado pela presença de anjos, mas o Tolo quer ter um cerimonial até para morrer.
22. O Consciente se satisfaz com a serenidade de seu ser, mas o Tolo somente é feliz se não houver nele nenhuma serenidade.
23. O Consciente não se obriga pelos caprichos de nenhuma maioria, mas o Tolo somente anda conforme os ditames majoritários.
24. O Consciente mede e discerne o peso de sua importância na vida, mas sabe que ela sempre será relativa; porém o Tolo julga que sem ele tudo o que foi feito não permanecerá.
25. O Consciente confia no vento e no seu poder incontrolável de espalhar sementes, mas o Tolo acha que se ele não industrializar o plantio..., sua existência não será produtiva.
26. O Consciente vive pela fé; o Tolo, porém, vive do que ele ache que possa controlar ou manipular.
27. O Consciente nunca não vai com a cara de alguém apenas por não ir, mas o Tolo desgosta de tudo e todos que lhe pareçam concorrência.
28. O Consciente sabe que deve amar a todos, embora tenha o privilégio de gostar de muitos; mas para o Tolo amor só se deve ter por quem se gosta pela concordância.
29. O Consciente sabe que toda vingança aumenta o mal muitas vezes mais, e, por isto, nunca recorre a ela; mas o Tolo prefere acabar o mundo a não vazar seu ódio como vingança.
30. O Consciente somente gosta de ganhar em parceria, mas o Tolo quer sempre ganhar sozinho.
31. O Consciente vive para fazer fácil a vida, mas o Tolo ama as complexidades.
32. O caminho do Consciente fica dia a dia mais simples, mas o caminho do Tolo vai se tornando um labirinto.
33. O Consciente cresce em todas as tribulações, mas o Tolo lamuria e cresce em desconfiança em cada uma delas.
34. O Consciente transforma traumas em lições, mas o Tolo os alimenta como álibis.
35. O Consciente não despreza nada e a tudo pondera, mas o Tolo elege as suas fontes.
36. O Consciente não vê em ninguém um competidor, mas apenas mais um auxilio; o Tolo, porém, vê em cada outro dom uma ameaça à sua vida e pregresso.
37. O Consciente foge da justiça dos homens, e busca conciliação pacifica; mas o Tolo ama os tribunais.
38. O Consciente aposta no trabalho, mas o Tolo aposta no jogo.
39. A Conquista do Consciente permanece, posto que seja de natureza espiritual, e, portanto, não passageira; mas o ganho miraculoso do Tolo desvanece-se antes do proveito.
40. O Consciente ama a simplicidade dos simples e a calma dos idosos, mas o Tolo apenas dá atenção ao que lhe possa auferir ganhos de alguma forma no instante.
41. O Consciente ama o mandamento da Vida, mas o Tolo acha tudo uma obrigação.
42. O Consciente busca renovar-se todos os dias, mas o Tolo busca adaptar-se todos os dias.
43. O Consciente crescerá em consciência...
44. O Tolo viciar-se-á em seus modos, e neles morrerá...; a menos que se converta à verdade que liberta a mente para aprender a sabedoria.

Nele, Jesus, de Quem aprendi que todas as coisas acima são Provérbios da Vida no Evangelho, deixo estes pequenos provérbios a fim de ajudar a simplificar o seu entendimento quanto ao fato de que a vida é conforme a semente,

Caio
2 de agosto de 2009
Lago Norte
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