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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Rev. Caio Fábio Ainda Fala 36

O DIABO EXISTE… Você tem dúvida?...‏

Jesus nunca discutiu o diabo, sua existência, sua origem, seu surto narcisista, sua “queda”; e nem tampouco desvendou segredos do diabo, do mal, ou do modo como os homens e os demônios entram em conluios; não fez diferenciações entre tipos e modos de possessão; não julgou útil dedicar-se a nada disso...
Entretanto, para Ele, o diabo era real, não simbólico, não difuso, não apenas energia, não somente pulsão humana perversa...
O diabo existia... O diabo tentava... O diabo oprimia, possuía, fazia adoecer, matava, roubava, destruía...
Sim, Jesus não disse nada sobre as cogitações impensáveis que teria feito um ser criado em Luz tornar-se um ser rastejante, odiento, malévolo, obstinado, obcecado com a existência humana, tarado pela promoção da desgraça na Terra...
O que Ele disse de tal criatura tinha a ver com sua natureza homicida, mentirosa, enganadora, opositora, divisora, e cheia de poder no mundo dos homens, ao ponto de dizer que o mundo dos homens é dele; do diabo.
“Este poder me foi entregue; e o dou a quem eu quiser...” — disse o diabo a Jesus; e Jesus não disse que ele estava mentido, pois, o próprio Jesus viria a dizer: “Eis aí vem o [diabo] Príncipe deste mundo; e ele nada tem em mim”.
Jesus disse ainda que o Inferno era uma categoria posterior na criação, criada para o diabo e seus anjos... Portanto, com isto, Jesus dizia que para um humano ir para o inferno ele tem que virar decidida e voluntariamente um diabo.
Para Jesus o diabo poderia possuir tanto indivíduos como gerações inteiras... Poderia ainda se especializar em demonizar geografias políticas e culturais, como a Legião de demônios que possuíam o “gadareno”, e que pediam a Ele que não os mandasse para fora do país, da região...
É digno de nota que Jesus tenha expulsado demônios de muitos indivíduos na Galileia e alguns outros lugares, mas que tenha sido apenas no ambiente do Templo e da religião que Jesus tenha se referido a certas pessoas como “filhas do diabo”, sendo que elas eram as mais religiosas e orgulhosas de seu pedigree espiritual: descendentes de Abraão.
O fato é que até algumas possessões que pareciam ter elementos de disfunção neurológica ou mental, ainda assim Jesus não curou a mente de tais pessoas sem também mandar que o espírito imundo as deixasse.
Ora, isso me faz pensar que em quase todas as condições mentais que tiveram suas disfunções oriundas de traumas ou de episódios bem posteriores na vida [ou seja: não sendo mal congênito] — de um modo ou de outro os espíritos se aproveitam de tais baixas imunidades mentais a fim de agregar a sua agonia ao problema existente em razão da alma ter ficado magoada, abusada, humilhada ou raivosa...
Então alguém pergunta:
“Mas na Cruz Jesus não venceu os Principados e as Potestades expondo-os ao desprezo, conforme nos garante Paulo?”
Ora, a vitória de Jesus sobre o diabo é apenas para quem crê!
Quem não crê experimenta apenas o “limite” que ainda está imposto sobre o diabo, mas dentro de tal “limite” existe no diabo ainda poder suficiente para ser o príncipe deste mundo, e prova disso é o mundo em si, com todas as suas manifestações de insanidade infernal.
O diabo não pode me tocar, nada tem em mim, não por causa de mim, mas em razão do que Jesus fez por mim; e eu cri.
Sim, é apenas por isto que o maligno não me toca!
E mais: é também por isto que posso expulsa-lo em qualquer lugar; sim, o diabo e qualquer diabo ou demônio; pois Jesus, Jesus mesmo, não um arremedo de Jesus, não uma verdade de Jesus, não!..., mas Jesus mesmo, Ele, o Senhor, o Vitorioso, o Mais Valente; sim, Nele eu venço o diabo porque Jesus vive em mim; e Ele é a minha vitória!
Entretanto, isto é assim porque eu creio de todo o coração; e porque pela fé sei, vejo, sinto, e confio; e, além disso, porque vi muitas vezes e vejo tantas vezes quantas aconteçam, que Jesus é a minha vitória. Portanto, sem fanfarrice, mas apenas com confiança na fidelidade de Deus, não temo diabo algum e nem criatura espiritual alguma.
Entretanto, sei que para quem não crê assim todas as portas estão abertas, pois, o bicho perverso tem poder sobre este mundo!
Não estou nem um pouco preocupado com os intelectuais que me lerão e rirão...; nem com os teólogos do diabo simbólico que me julgarão “místico”...; nem com os filósofos que me ridicularizarão por não aceitarem a existência do diabo em razão de não gostarem da idéia maniqueísta de luta entre o bem e o mal...; nem ainda com os psiquiatras, psicólogos, neurocientistas, ou qualquer outro suposto mestre da mente ou do diabo... — que me julgarão simplista e obscurantista...
Não! Não é hora de pudores...
O diabo existe. E, no que me diz respeito, ele terá o mesmo tratamento que vi Jesus dar a ele...
De súbito outra vez meus olhos se abriram e estou vendo uma invasão de diabos no mundo...
As casas estão cheias de demônios...
Os casamentos estão sendo pastoreados pelos desejos de diabos nem sentidos, disfarçados de necessidades psicológicas e afetivas...
As emoções humanas então!... Meu Deus! Estão ficando possessas do mal...
Afinal, se o diabo além de mentiroso é homicida e vem para matar, roubar e destruir, conforme Jesus garantiu, por que se julgará que havendo oportunidade de enganar ele não o fará? De poder matar... e ele poupar a vida? De roubar e ele deixar isento e intacto? De conseguir destruir e ele preferir preservar?
Quem converteu o diabo?...
Ora, primeiro foi a religião cristã chamada “liberal”...; mas já o fez por cultuar a filosofia e a psicologia... ou a psiquiatria antiga...
Depois os que converteram o diabo foram esses que fizeram demônios se tornarem coadjuvantes de “exorcistas” em expulsões de bobagem... Sim, foi esse pessoal que ganha dinheiro com possessões fajutas [e que o diabo faz acontecer ou emula pela sugestão... apenas para que o “exorcista mercenário” não creia mais em diabo algum] — os que criaram essa atual descrença no diabo real entre as pessoas de bom senso; pois, “esse diabo de crente” é um chaveirinho de diabo, coisa mesmo de amuleto de culto cristão fetichista.
Eu, no entanto, não tenho nada a ver com isto!
Portanto, no que me diz respeito, deixo todos os pudores aqui, e, sem temor algum assumo que sou discípulo de Jesus também no modo como devo tratar o diabo em qualquer situação da vida.
Assim, sem discurso, mas com decisão, assumo para mim a Palavra de Jesus hoje, e que diz: “Eis que vos dei autoridade sobre serpentes e escorpiões, e sobre todo poder do maligno, e nada absolutamente vos causará dano”.
Continuo vendo todos os elementos psicológicos, psiquiátricos e neurológicos de muitos distúrbios humanos, mas, ao mesmo tempo, minhas suspeições acerca do oportunismo maligno em relação a tais coisas é grande; e mais: não apenas em relação a isto, mas a todas as formas de expressão de raiva, ódio, curiosidade mórbida, e ganância por poder, qualquer forma de poder ou de avidez por fama e importância, especialmente espiritual, me cheirará sempre a inhaca de diabo...

Nele, que tratou as coisas como as tratou e que não me deu outra receita,

Caio
4 de setembro de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

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