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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

DEVEMOS NOS ESQUECER?


DEVEMOS NOS ESQUECER?
Helci R. Pereira – helcip@uol.com.br - 1964
Fp. 3.13-14

A memória é uma das funções gerais de nossa consciência.
É a Faculdade de lembrar dos fatos.
Sem memória não formar-se-ia a personalidade, por isso que todo o ser humano tem essa capacidade que o difere dos demais seres vivos e lhe dá a consciência do eu.
Uns têm mais memória d que outros. Podemos fazer referência a verdadeiras maravilhas da memória:
a) Alguém q conhecia e lembrava cem mil pessoas pelos nomes.
b) Outro que aprendeu de memória todo o Novo Testamento.
c) Um notável pregador que podia dar de memória todos os detalhes dos 50 capítulos de Isaias.
d) Há pessoas que têm a capacidade de ler uma página dum livro e dizer, logo após, cada palavra.
A Bíblia fala bastante na necessidade de lembrar:
a) Manda-nos lembrar do dia do descanso.
b) Fala aos moços: “Lembra-te do teu Criador...”
c) Fazendo uma séria advertência aos homens do seu tempo Nosso Senhor. disse: “Lembrai-vos da mulher de Ló!”
d) Neemias, referindo-se à maldade do povo de Israel e do seu esquecimento de Deus, assim se expressou: “Recusaram ouvir-te, e não se lembraram das tuas maravilhas”.
e) Ezequiel, tratando da infidelidade do povo de Deus, apresentou o seguinte lamento de Jeová: “Visto que não te lembraste dos dias da tua mocidade, eis que eu farei cair sobre tua cabeça o castigo do teu procedimento”.
Lembrar é muito importante, mas devemos aprender, também, a ESQUECER.


As pessoas mais felizes, mais nobres e mais úteis têm sido as que sabem esquecer.
Paulo nos relata que tinha aprendido a esquecer as coisas passadas...
É necessário, irmãos, desenvolver a capacidade de esquecer.
Muitas pessoas vivem vidas miseráveis porque não puderam esquecer certos fatos...
O tempo é um grande médico, mas ele não tem curado algumas pessoas, porque simplesmente estas pessoas não querem esquecer. Elas guardam coisas em seus corações que prejudicam sua felicidade e seu poder espiritual.
Se queremos ter paz no coração, na alma, devemos aprender a esquecer determinadas coisas.
I. Devemos nos esquecer de nossos erros.
Todos nós erramos. Borracha e lápis, corretor.
Ninguém é perfeito. Onde aquele que nunca errou? Podemos correr o mundo todo e não vamos encontrá-lo.
Às vezes alguém nos pode parecer perfeito. Depois vamos descobrir q estamos errados em nosso conceito.
É comum u’a moça dizer: “Achei o homem perfeito com o qual sonhava. Ele não tem falta. Nós iremos nos casar”. Porém, não é necessário muito tempo após o casamento para ele descobrir que seu príncipe está longe de ser perfeito.
Portanto, devemos aprender a esquecer os nossos erros. Nada vamos ganhar, nem vamos melhorar de vida se ficarmos preocupados demais com os erros do passado.
a) Não adianta nada ao fazendeiro ficar preocupado com ma semente errada que plantou o ano passado, mas ele deve aproveitar a lição do seu erro, plantando a semente certa este ano.
b) O dono da loja que errou na compra de um estoque para as festas de fim do ano passado, não ganha nada em lembrar o erro que deu, mas ele pode se dar bem tirando partido do erro dado e comprando um estique certo para as festas deste ano.
Assim deve ser toda a nossa vida. Os erros devem se constituir um prelúdio de vitória na vida e jamais motivo de derrota.
Devemos esquecer os nossos erros sem nos afligir com eles e fazendo deles uma escada para o sucesso futuro.
II. Devemos nos esquecer das pequenas contendas e desentendimentos da caminhada da vida.
É natural para nós termos desentendimentos, aborrecimentos. Somos seres humanos.
Somos todos um pouco egoístas, invejosos, vaidosos e interesseiros,
Quando alguém diz ou faz alguma coisa que nós pensamos ter sido dirigida para nós, nós imediatamente nos ofendemos.
Nós abrigamos ou guardamos estas coisas no coração e elas afetam a nossa vida e as nossas relações com os outros.
Por tudo isso é natural que desentendamos, que discordemos uns dos outros.
Mas, se é natural haver desentendimentos, incompreensões e rixas, é cristão esquecer estas coisas. O mal não está em altercarmos, discordarmos, o mal está em não sabermos esquecer.
O cristão deve ser tão grande que não possa guardar estas coisas em seu coração. Ele deve esquecê-las e pô-las todas fora.
Como crentes devemos reconhecer nossas próprias fraquezas e perdoar as fraquezas dos irmãos.
Às vezes deixamos de servir ao Senhor ou deixamos de ir à igreja porque o pastor disse algo que não nos agradou. Mas, por que vamos atirar contra Deus ou contra a igreja as queixas que temos contra uma pessoa?
Irmãos, a vida é curta, tão curta! Nós estamos aqui por alguns anos e devemos fazer o melhor que pudermos com o nosso tempo. Um espírito errado acaba com a nossa tranqüilidade com a nossa espiritualidade como um câncer acaba com o poder vital do nosso corpo. Nós devemos ter um espírito perdoador.
Nós devemos aprender a esquecer as querelas e desentendimentos da vida e dizer com Paulo: “Esquecendo as coisas que para traz ficam, prossigo para o alvo”.

Coisas que me enviam - Pr. H

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