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quinta-feira, 4 de março de 2010

A Doutrina Reformada da Predestinação

A Doutrina Reformada da Predestinação

Por Loraine Boettner, D.D.a
Capítulo 5 - A Providência de Deus

As obras da providência de Deus são a Sua maneira muito santa, sábia e poderosa de preservar e governar todas as Suas criaturas, e todas as ações delas (Catecismo Menor de Westminster, resposta à pergunta 11). As Escrituras muito claramente ensinam que tudo quanto existe, exceto Deus, deve, não meramente a sua criação original, mas também a sua contínua existência, com todos os seus atributos e poderes, à vontade de Deus. Ele é quem sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder (Hebreus 1:3). Ele é antes de todas as coisas, e nEle subsistem todas as coisas (Colossenses 1:17). “Tu, só tu, és Senhor; tu fizeste o céu e o céu dos céus, juntamente com todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela existe, os mares e tudo quanto neles já, e tu os conservas a todos...” (Neemias 9:6). “Porque nEle vivemos, e nos movemos, e existimos ...” (At 17:28). “...sobre todos, e por todos e em todos” (Ef 4:6).
Em toda a Bíblia as leis da natureza, o curso da história, a sorte variável de indivíduos, são sempre atribuídas ao controle providencial de Deus. Todas as coisas, seja no céu ou na terra, desde o serafim até à menor partícula atômica, são ordenadas por sua nunca falha providência. Tão íntima é a Sua relação com toda a criação, que um leitor descuidado pode ser levado a conclusões panteísticas. Ainda assim, tanto personalidades individuais como segundas causas são reconhecidas, não como independentes de Deus, mas como tendo seu próprio lugar em Seu plano. E paralelamente à esta doutrina de Sua Essência, os escritores da Bíblia também apresentam também a correlata doutrina de Sua Transcendência, na qual Deus é apresentado como totalmente separado e superior à toda criação.
Ainda com relação à providência de Deus, entendemos que Ele intimamente relaciona-se com todo detalhe das ações dos homens e do curso da natureza. “Supor que qualquer coisa seja grande demais para estar sob Seu controle”, diz o Dr. Charles Hodge, “ou qualquer coisa seja tão pequena a ponto de escapar à Sua observação; ou que a infinidade de detalhes possa distrair a Sua atenção, é esquecer-se de que Deus é infinito. . . . O sol propaga a sua luz no espaço tão facilmente como em qualquer ponto. Deus está tão presente em todo lugar, e com tudo quanto existe, como se Ele estivesse presente em somente um lugar, e tivesse nada mais a não ser um objeto de Sua atenção”. E ainda, “Ele está presente em toda folha de grama, ainda assim guiando o curso de uma estrela [Nota do tradutor: no original “Arcturus”. É a estrela mais brilhante na constelação do Boötes (“o pastor”). Arcturus, também chamada de “Alpha Boötis”, é a quarta estrela mais brilhante no céu e está a 34 anos-luz da Terra], coordenando as estrelas como seu organizador, chamando-as pelos seus nomes; presente também em cada alma humana, dando entendimento, provendo-a e suprindo-a, trabalhando nela em ambos sentidos, no querer e no fazer. O coração humano está em Suas mãos, e Ele o transforma e acalma, como ribeiros de água”. [1]
É quase que universalmente admitido que Deus determina quando, onde, e sob quais circunstâncias, cada indivíduo de nossa raça deve nascer, viver e morrer, se será macho ou fêmea, branco ou preto, sábio ou tolo. Para alguns Ele dá riqueza, a outros honra, a outros saúde, para outros certos talentos e dons para música, oratória, arte, finanças, políticas, etc. Já outros são pobres, desconhecidos, nascidos em desonra, vítimas de doenças, e vivem vidas de miséria. Alguns são colocados em lugares Cristãos onde recebem os benefícios do Evangelho; outros vivem e morrem nas trevas do ateísmo. Alguns são trazidos através da fé à salvação; outros perecem descrentes. E numa importância extrema, estes sinais externos, que não são resultado da escolha individual, decidem o curso de vida da pessoa e o seu destino eterno. É mostrado e ensinado por ambas, as Sagradas Escrituras e a experiência diária, que Deus dá a alguns o que Ele não concede a outros. Se Lhe fosse perguntado por que Ele assim procede, ou por que Ele não salva a todos, a única resposta disponível estaria nas palavras do Senhor Jesus, “Sim , ó Pai , porque assim te aprouve”. (Mateus 11:26). Só a doutrina da queda e redenção mostrada nas Escrituras nos proporciona luz no que vemos sobre nós mesmos.
É para ser relembrado que os que recebem estes dons, sejam espirituais ou temporais, recebem-nos através da pura graça, enquanto que com relação aos outros, Deus simplesmente retém tais talentos, os quais Ele não tinha a obrigação de dar. Nações, tanto quanto indivíduos, estão assim nas mãos de Deus, que aponta os limites de sua habitação, e controla os seus destinos. Ele controla-os tão absolutamente quanto um homem controla um bastão ou uma bengala. Eles estão em Suas mãos, e Ele usa-os para alcançar os Seus propósitos. Ele os quebra em pedaços como um oleiro faz com um vaso, ou Ele exalta-os e eleva-os às grandezas, conforme a Sua vontade. Ele dá a paz e abundância de colheitas, propriedade e felicidade, ou Ele envia as desolações da guerra, da fome, da seca e pestilência. Todas estas coisas estão à disposição de Deus, e são designadas para utilizadores inteligentes, sob a Sua universal providência. Deus não é um mero espectador do universo. Ele o fez, mas está presente e ativo em todo lugar, o sustentáculo de tudo e o poder governante de tudo quanto existe.
Embora o valor de um pardal seja pequeno, e o seu vôo pareça ser dês-coordenado e sem controle, ainda assim ele não cai ao chão, nem se desvia para lugar algum, sem o seu Pai. “Sua onisciente providência já de antemão determina em qual galho ele pousará; que migalhas ele apanhará; onde ele construirá seu ninho e descansará; onde ele viverá e onde ele morrerá”. [2]
Cada gota de chuva e cada floco de neve que caem das nuvens, cada inseto que se move, cada planta que nasce e cresce, cada partícula de poeira que flutua no ar têm certas causas definitivas e terão certos efeitos definitivos. Cada um é um elo na corrente de eventos e muitos dos grandes eventos da história aconteceram devido a estas coisinhas aparentemente insignificantes.
Através de todo o curso de eventos existe progresso, em direção a um fim pré-determinado. O Dr. Warfield muito apropriadamente escreveu: “Não foi um acidente que levou Rebeca ao poço, para dar as boas vindas ao servo de Abraão (veja Gênesis 24), ou que levou José ao Egito (veja Gênesis 45:8 ; 50:20. 'Deus assim o quis, para o bem'), ou guiou a filha do Faraó até a arca no meio dos juncos (Êxodo 2), ou que mais tarde, direcionou a pedra do moinho que quebrou o crânio de Abimeleque (Juízes 9:53), ou guiou a flecha (atirada a esmo) que feriu o rei por entre as juntas da armadura (1 Reis 22:34). Cada evento histórico é, na realidade, tratado como um item na correta ordem de acontecimentos do propósito Divino pré-estabelecido; e o historiador mantém-se continuamente ciente da Sua presença na história, que dá até mesmo ao relâmpago que risca os céus uma tarefa específica (Jó 36:32). [3]
“Nas grandes estações de trem”, disse o Dr. Clarence E. Macartney, “você pode ver um lápis metálico aparecer e escrever em letras grandes na parede os horários de chegada ou de partida dos trens. O lápis metálico parece escrever por sí próprio, mas nós sabemos que escondido em algum escritório existe um funcionário, cuja mente e mãos operam o lápis. Também em nossa própria vida, notamos nossas próprias deliberações e escolhas e decisões, e ainda na construção do nosso destino, parecem haver outras cordas, cordas que não respondem ao nosso comando. Eventos aparentemente triviais desempenham sua parte em grandes acontecimentos”. [4]
O senso de responsabilidade moral e dependência do homem, e o seu instintivo apelo à Deus em horas de perigo, mostram o quão universal e inata é a convicção de que Deus realmente governa o mundo e todos os eventos humanos. Mas, enquanto a Bíblia repetidamente ensina que o controle providencial é universal, poderoso, sábio e santo, em nenhum lugar as Escrituras intentam informar-nos como reconciliar tal com a liberdade do homem. Tudo o que precisamos saber é que Deus governa as Suas criaturas e que o Seu controle sobre elas é tal que nenhuma violência aplica-se às suas naturezas. Talvez a relação entre a Soberania Divina e a liberdade humana possa ser melhor expressada nas palavras: Deus est[a tão presente nos estímulos externos que o homem age de acordo com a sua própria natureza, e ainda assim faz exatamente o que Deus tem planejado para que ele faça.
Este assunto, tanto quanto se relaciona com a responsabilidade humana, será mais amplamente tratado no capítulo sobre Livre Arbítrio.

PROVAS NAS ESCRITURAS
A doutrina Bíblica da Providência é tão clara que é admitida por muitos cuja visão filosófica leva-os a rejeitá-la por si mesmos. Nós apresentaremos agora um sumário das provas nas Escrituras, mostrando que todos os eventos têm um local e propósito determinados, apontados, que a providência de Deus é universal, e que Ele, dessa forma, assegura o completo termo dos Seus planos. O controle providencial de Deus abrange:
(a) Natureza do mundo físico. “...o Senhor tem o seu caminho no turbilhão e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés” [Naum 1:3]. “Somente na terra de Gósem onde se achavam os filhos de Israel, não houve saraiva” [Êxodo 9:26]. “...porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos” [Mateus 5:45]. A fome no Egito pareceu aos homens ser somente a conseqüência de causas naturais; mas José podia dizer, “...é porque esta coisa é determinada por Deus, e ele brevemente a fará” [Gênesis 41:32]. “Além disso, retive de vós a chuva, quando ainda faltavam três meses para a ceifa; e fiz que chovesse sobre uma cidade, e que não chovesse sobre outra cidade...” [Amós 4:7] “...dando-vos chuvas do céu e estações frutíferas, enchendo-vos de mantimento, e de alegria os vossos corações” [Atos 14:17]. “Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com pesos e os outeiros em balanças” [Isaias 40:12].
(b) A criação animal. “Não se vendem dois passarinhos por um asse? e nenhum deles cairá em terra sem a vontade de vosso Pai” [Mateus 10:29]. “Olhai para as aves do céu, que não semeiam, nem ceifam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta...” [Mateus 6:26]. “O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, e eles não me fizeram mal algum; ...” [Daniel 6:26]. “Os leões novos os animais bramam pela presa, e de Deus buscam o seu sustento” [Salmos 104:21] “De modo que Deus tem tirado o gado de vosso pai, e mo tem dado a mim” [Gênesis 31:9].
(c) Nações. (a humilhação de Nabocodonosor foi) “...a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer, e até o mais humilde dos homens constitui sobre eles” [Daniel 4:17]. “Eis que as nações são consideradas por ele como a gota dum balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ele levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima” [Isaías 40:15]. “Alegre-se o céu, e regozije-se a terra; e diga-se entre as nações: O Senhor reina” [I Crônicas 16:31]. “Pois Deus é o Rei de toda a terra; ...” [Salmos 47:7]. “Ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; é ele quem dá a sabedoria aos sábios e o entendimento aos entendidos” [Daniel 2:21] “O Senhor desfaz o conselho das nações, anula os intentos dos povos” [Salmos 33:10]. “E o Senhor lhes deu repouso de todos os lados, .... , mas a todos o Senhor lhes entregou nas mãos” [Josué 21:44]. “Mas os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, e o Senhor os entregou na mão de Midiã por sete anos” [Juízes 6:1]. “... Sucederá qualquer mal à cidade, sem que o Senhor o tenha feito?” [Amós 3:6]. “Pois eis que suscito os caldeus, essa nação feroz e impetuosa, que marcha sobre a largura da terra para se apoderar de moradas que não são suas” [Habacuque 1:6].
(d) Homens individuais. “Como corrente de águas é o coração do rei na mão do Senhor; ele o inclina para onde quer” [Provérbios 21:1]. “Confirmados pelo Senhor são os passos do homem...” [Salmos 37:23]. “O coração do homem propõe o seu caminho; mas o Senhor lhe dirige os passos” [Provérbios 16:9]. “Em lugar disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo” [Tiago 4:15]. “Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; ...” [Romanos 11:36]. “Pois, quem te diferença? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?” [I Coríntios 4:7]. “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” [Salmos 34:7]. “Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão, ó rei” [Daniel 3:17]. “O Senhor é por mim, não recearei; que me pode fazer o homem?”[Sl 118:6]. “Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós somos o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos” [Isaías 64:8]. “...e a mão do nosso Deus estava sobre nós, e ele nos livrou da mão dos inimigos, e dos que nos armavam ciladas pelo caminho” [Esdras 8:31]. “...e que Deus tinha dissipado o conselho deles,...”[Neemias 4:15]. “Mas contra os filhos de Israel nem mesmo um cão moverá a sua língua, nem contra homem nem contra animal; para que saibais que o Senhor faz distinção entre os egípcios e os filhos de Israel” [Êxodo 11:7]. “E de noite disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales; porque eu estou contigo e ninguém te acometerá para te fazer mal, ...” [Atos 18:9,10).
(e) Os atos livres dos homens. “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” [Filipenses 2:13]. “E o Senhor deu ao povo graça aos olhos dos egípcios, de modo que estes lhe davam o que pedia; ...”[Êxodo 12:36]. “Este Esdras subiu de Babilônia. E ele era escriba hábil na lei de Moisés, que o Senhor Deus de Israel tinha dado; e segundo a mão de Senhor seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe deu tudo quanto lhe pedira” [Esdras 7:6]. “...porque o Senhor os tinha alegrado, tendo mudado o coração do rei da Assíria a favor deles, para lhes fortalecer as mãos na obra da casa de Deus, o Deus de Israel” [Esdras 6:22]. “Ainda porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças, e as observeis” [Ezequiel 36:27].
(f) Os atos pecaminosos dos homens. “Porque verdadeiramente se ajuntaram, nesta cidade, contra o teu santo Servo Jesus, ao qual ungiste, não só Herodes, mas também Pôncio Pilatos com os gentios e os povos de Israel; para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho predeterminaram que se fizesse” [Atos 4:27,28] “Respondeu-lhe Jesus (a Pilatos): Nenhuma autoridade terias sobre mim, se de cima não te fora dado; por isso aquele que me entregou a ti, maior pecado tem” [João 19:11]. “Disse, porém, o rei (Davi a Abisai, com relação a Simei): ...Por ele amaldiçoar e por lhe ter dito o Senhor: Amaldiçoa a Davi; ... Deixai-o; deixai que amaldiçoe, porque o Senhor lho ordenou” [II Samuel 16:10,11]. “Na verdade a cólera do homem redundará em teu louvor, e do restante da cólera tu te cingirás” [Sl 76:10]. “Eis que eu endurecerei o coração dos egípcios, e estes entrarão atrás deles; e glorificar-me-ei em Faraó e em todo o seu exército, nos seus carros e nos seus cavaleiros” [Êxodo 14:17].
(g) Os eventos fortuitos ou “acontecimentos ao acaso” [referir-se à seção 4 (Capítulo III)] : “O plano divino inclui os eventos fortuitos ou acontecimentos ao acaso”: “A sorte se lança no regaço; mas do Senhor procede toda a disposição dela” [Provérbios 16:33]. “E dizia cada um ao seu companheiro: Vinde, e lancemos sortes, para sabermos por causa de quem nos sobreveio este mal. E lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas” [Jonas 1:7]. “[24] E orando, disseram: Tu, Senhor, que conheces os corações de todos, mostra qual destes dois tens escolhido [26] Então deitaram sortes a respeito deles e caiu a sorte sobre Matias, e por voto comum foi ele contado com os onze apóstolos” [Atos 1:24, 26]. “Cobre as mãos com o relâmpago, e dá-lhe ordem para que fira o alvo” [ Jó 36:32]. “[28] Replicou Micaías: Se tu voltares em paz, o senhor não tem falado por mim... [34] Então um homem entesou o seu arco, e atirando a esmo, feriu o rei de Israel por entre a couraça e a armadura abdominal” [I Reis 22:28, 34]. “Porque a aflição não procede do pó, nem a tribulação brota da terra” [Jó 5:6]. “Replicou-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes tu me negarás” [Marcos 14:30] (compare com Gênesis 37:28 e 45:5; também compare com I Samuel 9:15, 16 e 9:5-10).

NOTAS:
[1] - Teologia Sistemática, II, pp. 583, 585.
[2] - Toplady, no prefácio ao Predestinação de Zanchius, pg. 14.
[3] - Doutrinas Bíblicas, pg. 23.
[4] - Sermão sobre Predestinação, pregado antes da Assembléia Geral da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América, em 1924.

Tradução livre: Eli Daniel
Revisão: Felipe Sabino de Araújo Neto

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