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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ressurreição - Uma Esperança Gloriosa


RESSURREIÇÃO:
UMA ESPERANÇA GLORIOSA
Pr. Cleverson de Abreu Faria
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO..........................................................2
I. O ENSINO BÍBLICO.................................................2
1. No Velho Testamento..............................................3
2. No Novo Testamento...............................................4
3. O Corpo da Ressurreição..........................................5
4. As Duas Ressurreições ...........................................6
II. OS TIPOS DE RESSURREIÇÃO........................................7
1. A Ressurreição para a Vida ...........................7
2. A Ressurreição para o Juízo...........................8
III. A HORA DAS RESSURREIÇÕES.......................................9
IV. PROBLEMAS SOLUCIONADOS..........................................11
1. O Velho Testamento Ensina uma Ressurreição Geral?.....11
2. Jesus Cristo Ensinou uma Ressurreição Geral? ....................12
3. Jesus Cristo foi Realmente o Primeiro a ser
Ressuscitado de Entre os Mortos.....13
4. Conheceremos Nossos Entes Queridos na Vida futura?........15
CONCLUSÃO..........................................................17
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................17
2
INTRODUÇÃO
Ressurreição: um assunto fascinante que nos enche de esperanças. Ela nos é descrita
de forma singular nas páginas das Escrituras Sagradas e por isso recebe atenção especial,
honra especial; bem como discussões e controvérsias por parte dos mais liberais.
Quero apresentar neste pequeno estudo os seguintes fatos: O que vem a ser a
ressurreição? Quais suas implicações e quais suas finalidades? Qual o tipo de corpo que a
pessoa terá ao passar pela ressurreição? Qual o destino do ressuscitado?
Infelizmente essa doutrina das Escrituras é por vezes negligenciada por líderes. O que
me causa tremenda insatisfação, pois, destes é que deveriam vir estes ensinamentos, e com
uma freqüência muito maior do que a que estamos acostumados a ouvir, se é que em alguns
lugares é ouvido. Por isso, o ensino da Doutrina da Ressurreição se torna um dever para com
todos os crentes em Jesus Cristo. O ensino fiel, claro, fundamentalista, deve ser o alvo de todo
aquele que ministra, bem como de todo aquele que procura compreender um pouco mais da
Palavra de Deus. Esse é o nosso privilégio e será a nossa tentativa neste estudo, tornar claro
um ensino cheio de esperança para aquele que crê em Jesus Cristo.
I. O ENSINO BÍBLICO
Ressurreição, a palavra significa: ação de ressurgir; vida nova; renovação; surgir
novamente; voltar à vida; tornar a manifestar-se; viver de novo.
No Novo Testamento, as palavras gregas para ressurreição: Anastasis, ressurreição;
Anazao, voltar à vida, viver de novo; Egeiro, acordar, despertar, levantar.
A primeira coisa que virá a acontecer quando da Volta de Nosso Senhor Jesus Cristo,
será a ressurreição dos mortos em Cristo, isso deverá acontecer num momento antes do
arrebatamento da Igreja (1Ts 4.15,16). “Quando Cristo retornar, nosso corpo original será
levantado e transformado; nossa forma humana será mantida e também glorificada”.[1]
3
Vamos notar uma coisa importante aqui: a Volta de Jesus Cristo, não é um
acontecimento, mas sim um processo. Como assim? Um acontecimento ocorre todo de uma
vez, mesmo em se tratando de um acontecimento longo. Um processo, leva várias etapas para
ser concluído. Por que considero a volta de Cristo como um processo? Porque primeiramente
Jesus Cristo virá nas nuvens para os Seus, a Igreja. Os mortos em Cristo são ressuscitados
primeiro, acontece o arrebatamento da Igreja, tudo isso simultaneamente, num abrir e piscar
de olhos, a Igreja no céu é julgada no chamado Tribumal de Cristo, o Bema, e após acontece o
casamento da noiva, a Igreja, com Seu Noivo, Jesus Cristo. Enquanto isso, aqueles que
ficarem na terra estarão passando pelo período chamado de Tribulação, sete anos nos quais o
domínio do Anticristo se fará manifesto por intermédio de Satanás. Terminado este período,
Jesus Cristo retorna para este mundo, agora sim “todo olho O verá” e a Igreja o acompanha
nessa volta. O Anticristo, o Falso Profeta são mandados para o inferno, Satanás é preso por
mil anos, e começa o milênio. Por causa disso, chamo a Segunda Vinda de Cristo, como um
processo.
Muito embora encontremos no Velho Testamento e nos Evangelhos Sinóticos um
vasto ensino sobre a Segunda Vinda de Cristo, apenas uma única vez foi esclarecido de forma
explícita que este retorno seria para levar a Sua Igreja deste mundo (incluindo aqui tanto os
mortos em Cristo como os crentes vivos nesta ocasião). Essa ocasião solene foi na noite antes
de Sua crucificação (Jo 14.1-3). Muito embora, não tivesse acontecido qualquer tipo de
explicação para este ensino, enquanto nosso Senhor Jesus Cristo esteve aqui nesta terra.
1. No Velho Testamento
Um dos ensinamentos mais importantes do Velho Testamento era a ressurreição dos
mortos, conforme entendemos por Hebreus 6.2. No Velho Testamento, encontramos a
promessa da ressurreição (Jó 19.25-27; Is 26.19; Dn 12.2,3). Há uma promessa de Cristo, o
Messias, de que este iria ressuscitar da morte (Sl 16.9-11 cf. At 2.30,31; Sl 118.22-24).
No Velho Testamento encontramos exemplos de ressurreição:
o Elias ressuscitou a filha da viúva de Sarepta (1Rs 17.17-22);
o Eliseu ressuscitou o filho da Sunamita (2Rs 4.18-37);
4
o Um homem que fora lançado apressadamente no sepulcro de Eliseu ressuscitou
(2Rs 13.20,21).
o A ressurreição também é exemplificada pela descrição do vale dos ossos secos (Ez
37.1-17). Aqui é apenas uma analogia para ressurreição, pois o texto se refere ao
ressurgimento da nação de Israel, a sua restauração.
2. No Novo Testamento
No Novo Testamento, a promessa torna-se cumprimento, pois Jesus Cristo ressuscita
dentre os mortos (At 2.25-31). Ele se entregou à morte por causa de nossos pecados e
ressuscitou para a nossa justificação (Rm 4.25).
Semelhantemente, no Novo Testamento, temos vários exemplos de ressurreição:
o O Maior exemplo é o do próprio Senhor Jesus Cristo (Mt 28.6,7; Lc 24.34; Jo
2.22);
o Alguns corpos de certas pessoas não identificadas saíram de seus sepulcros após a
ressurreição de Jesus Cristo (Mt 27.53);
o Lázaro foi ressuscitado por Jesus Cristo (Jo 11.43,44);
o Jesus Cristo também ressuscitou a filha de Jairo, chefe da sinagoga (Mt 9.23-26);
o Jesus Cristo também ressuscitou o filho de uma viúva de Naim (Lc 7.12-15);
o O apóstolo Pedro ressuscitou a Dorcas ou Tabita (At 9.36-43);
o O apóstolo Paulo ressuscitou a Êutico (At 20.9-12);
o A ressurreição das Duas Testemunhas, no período da Tribulação (Ap 11.3-13).
“Em mais de quarenta referências à ressurreição do Novo Testamento, com a possível
exceção de Lucas 2.34, o termo é sempre usado em referência a uma ressurreição literal,
jamais em sentido espiritual ou não-literal, e relaciona-se ao soerguimento do corpo
físico”.[2]
Nosso Senhor Jesus Cristo ressuscitou por meio de Seu próprio poder, isso foi uma
demonstração de Sua Divindade (Jo 10.18). Portanto, por meio disto, recebemos a
confirmação de que o espírito continua sua existência após o ser humano passar pela morte
física (Jo 2.19-21; Lc 24.37-43; 2Tm 1.10).
5
Notemos aspectos importantíssimos referentes ao ensino bíblico:
o Primeiro, vem a ressurreição dos mortos;
o Segundo, a ressurreição é de caráter universal, portanto, está destinada a todos os
homens;
o Terceiro, é mencionado dois tipos de ressurreição: a ressurreição para a vida ou
ressurreição do justo e a ressurreição para a morte ou ressurreição para o injusto.
3. O Corpo da Ressurreição
Pela Palavra de Deus entendemos um ensino claro: todos os crentes serão
transformados, mas nem todos serão ressuscitados (1Ts 4.15; 1Co 15.51). Você consegue
entender isso? Em outras palavras: todos aqueles que são crentes, já confessaram seus
pecados e aceitaram a Cristo como Único e Suficiente Senhor e Salvador pessoal de suas
vidas terão seus corpos transformados por meio da ressurreição. Porém nem todos serão
ressuscitados, pois aqueles que estiverem aqui quando do retorno de Jesus Cristo não passarão
pela morte e por isso não serão ressuscitados, mas mesmo assim terão seus corpos
transformados.
Notamos uma outra coisa aqui: a ordem natural para todo ser humano é viver, morrer e
depois disto esperar pela ressurreição de seu corpo, conforme aprendemos em Hb 9.27 – “E,
assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo” – nós
encontramos uma exceção para esta ordem no final dos tempos. Temos nas páginas das
Escrituras Sagradas dois exemplos dessa exceção que já ocorreram: Enoque e Elias. Eles
foram levados para o céu sem ver a morte (2Rs 2.11; Hb 11.5). A próxima exceção a esta
regra da morte e ressurreição acontecerá com uma geração inteira de crentes e dar-se-á
quando do arrebatamento da Igreja
As Escrituras falam de forma clara com respeito a uma ressurreição do corpo, quer
seja do crente, quer seja do incrédulo. Cerca ocasião, os saduceus (que negavam haver
ressurreição), questionaram o Senhor Jesus Cristo a respeito do fato da ressurreição. Ele
simplesmente os acusou e os repreendeu por serem ignorantes com respeito a sua falta de
conhecimento sobre o que nos diz as Escrituras e o poder de Deus (Mc 12.24). Feito isso,
6
Jesus passou a fazer a sua defesa da ressurreição citando os escritos do Velho Testamento (Mc
12.26,27). Semelhantemente, os mesmos saduceus faziam suas objeções quanto a pregação
dos apóstolos, pois estes estavam proclamando que a ressurreição dos mortos deu-se por meio
do Senhor Jesus Cristo (At 4.2). “Isto significava que o domínio da morte já fora invadido e
que em Jesus os homens poderiam comprovar a doutrina da ressurreição”.[3]
Na ressurreição recebemos um novo corpo, eterno e glorificado (2Co 5.1). Este corpo
“glorificado” ou ressurrecto somente será dado ao crente quando ocorrer o arrebatamento da
Igreja (1Co 15.52; 1Ts 4.16). A universalidade da ressurreição é visto em 1 Coríntios
15.21,22.
O corpo mortal está relacionado com o corpo da ressurreição (1Co 15.37,38); é dito
que este corpo será incorruptível, glorioso, poderoso e espiritual (1Co 15.32-33,49). Os
corpos dos crentes vivos serão instantaneamente transformados (1Co 15.50-53; Fp 3.20,21). O
apóstolo Paulo nos ensina que esta mudança dos vivos e a ressurreição dos mortos em Cristo,
chamam-se de “redenção do nosso corpo” (Rm 8.23; Ef 1.13,14).
As Escrituras ficam totalmente em silêncio no sentido de falar da ressurreição do
corpo do incrédulo. Não se sabe o propósito de ignorar os ímpios nesse sentido. Até mesmo
na história do rico e Lázaro, o ímpio, no caso, o rico, seu nome não é mencionado, por quê
será que acontece isso?
4. As Duas Ressurreições
A ressurreição para a vida é chamada de Primeira Ressurreição. A ressurreição que é
para a morte, é chamada de Segunda Ressurreição (Dn 12.2; Jo 5.28).
Portanto, duas ressurreições estão no futuro: a primeira para a vida e a segunda para o
juízo (Jo 5.28,29; 1Co 15.22,23; 1Ts 4.14-17; Ap 20.4-6,11-13) e estas estão separadas por
um período de mil anos.
A primeira ressurreição, para a vida, deverá acontecer na Segunda Vinda de Cristo, no
arrebatamento (1Co 15.23; 1Ts 4.16,17), sendo que os mártires da tribulação deverão ser
7
ressuscitados no final da tribulação quando Cristo retornar a esta terra para inaugurar o
milênio, o Seu Reino. Juntamente com eles, os santos do Velho Testamento deverão ser
ressuscitados aqui.
Depois de mil anos haverá a ressurreição para o julgamento, o que nas Escrituras é
comumente chamada de Segunda Ressurreição (Jo 5.29).
II. OS TIPOS DE RESSURREIÇÃO
Temos nas Escrituras a menção de dois tipos de ressurreição: a ressurreição para a
vida, que também é chamada de primeira ressurreição (os salvos em Cristo) e a ressurreição
para o juízo, também chamada de segunda ressurreição (os incrédulos).
1. A Ressurreição para a Vida
Várias passagens são nos dada para comprovar a ressurreição para a vida, ou a
chamada primeira ressurreição: Lc 14.13,14; Fp 3.10-14; Hb 11.35; Jo 5.28,29; Ap 20.6.
Para podermos entender um pouco melhor do que vem a ser a primeira ressurreição ou
a ressurreição para a vida (Jo 5.29), precisamos ter em mente que ela é um processo, pois não
acontecerá que todos aqueles que são destinados a esta ressurreição, ressuscitem no mesmo
instante. Há um pequeno período de tempo entre o processo como um todo. Vejamos:
o Quando da volta de Jesus Cristo, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, isso
dar-se-á antes que ocorra o arrebatamento da Igreja (1Ts 4.15,16).
o Os santos da tribulação deverão ser ressuscitados no final da mesma (Ap 20.3-5).
o Os santos do Velho Testamento também deverão ser ressuscitados no final da
tribulação (Dn 12.2; Is 26.19).
o Portanto, os santos da tribulação e do Velho Testamento somente deverão ser
ressuscitados depois da Segunda Vinda de Cristo a esta terra.
8
Cada um destes estágios descrito acima faz parte da primeira ressurreição, a
ressurreição para a vida, pois todos os envolvidos recebem a vida eterna. Isso significa que
não importa a ocasião, ou o tempo que estes venham a participar da ressurreição, todos são
partes do processo e todos recebem a bem-aventurança eterna.
Alguns esclarecimentos maiores sobre os santos do Velho Testamento: João Batista
nos ajuda em muito neste caso, vejamos: “ o que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que
está presente e o ouve, muito se regozija por causa da voz do noivo. Pois esta alegria já se
cumpriu em mim” (Jo 3.29). A noiva é a Igreja, o noivo é Jesus Cristo e o amigo do noivo são
os santos do Velho Testamento (todos aqueles que morreram desde Adão até o Pentecostes).
Dois dos principais versículos do Velho Testamento sobre ressurreição ensinam que fica mais
harmonioso eles ressuscitarem no final da tribulação, juntamente com os mártires da
tribulação (Is 26.16-21; Dn 12.1-3).
2. A Ressurreição para o Juízo
Esta é a chamada segunda ressurreição, a parte da ressurreição que trata de incrédulos
(Jo 5.29; Ap 20.5,11-13). A ocasião desta ressurreição dar-se-á mil anos após ter sido
completada a primeira ressurreição, ou logo após o chamado Reino Milenar de Cristo nesta
terra. Concluímos isso da declaração feita por João de que “ os restantes dos mortos não
reviveram até que se completassem os mil anos” (Ap 20.5).
Ainda temos mais esclarecimentos em Ap 20.11,12, onde percebemos que os “mortos”
são aqueles que são mortos espiritualmente, aqueles que não aceitaram a o Senhor Jesus
Cristo como Único e suficiente Senhor e Salvador pessoal de suas vidas. Estes são todos os
mortos ímpios, os incrédulos desde o começo da história da humanidade até o fim dos tempos.
São aqueles que foram deixados, aqueles que não participaram da primeira ressurreição, nem
um sequer irá escapar.
Estes são aqueles que irão receber a ressurreição do juízo ou a condenação eterna,
“ banidos da face do Senhor” (2Ts 1.9). São vivificados para participar do julgamento eterno.
“ Não é a cronologia que determina quem participa da segunda ressurreição, mas sim o
destino do ressurrecto”. [4]
9
A cena descrita em Apocalipse é celestial. Um trono é estabelecido no céu. Jesus
Cristo é o Juiz (Jo 5.22). Todos os mortos de todos os tempos comparecem perante o Juiz, não
importa sua raça, sua idade, seu status social, pois entendemos que Deus não faz acepção de
pessoas e isso principalmente em duas áreas: salvação e condenação. Estes receberão graus de
castigo (Lc 12.47,48) e todos serão julgados conforme as suas obras.
É chamada de segunda morte, porque já passaram pela morte física e agora estarão
passando para a segunda morte, a eterna separação de Cristo.
Esta segunda morte não é o aniquilamento das almas dessas pessoas de forma alguma.
Como provamos isso? Muito fácil. Note que mesmo depois de mil anos, o anticristo e o falso
profeta ainda estão lá no lago de fogo para onde serão mandados todos os incrédulos e a
existência deles é dita de forma pessoal. Portanto, não existe o tal de aniquilamento (Ap
20.10). E a Palavra de Deus é enfática: “ serão atormentados de dia e de noite pelos séculos
dos séculos”.
III. A HORA DAS RESSURREIÇÕES
Uma pergunta que deve ser respondida é: Os justos e os injustos serão ressuscitados na
mesma ocasião?
Para respondermos essa pergunta devemos nos apossar do Novo Testamento, pois,
caso essa doutrina não tivesse sido claramente explanada em suas linhas, teríamos a
impressão de que haveria de ocorrer uma ressurreição geral, e isso as Escrituras nos
comprovam que não acontecerá no sentido de que todos serão ressuscitados ao mesmo tempo.
Os ensinos mais claros sobre ressurreição encontrados no Velho Testamento estão em
Daniel 12.1-3 e Isaías 26.16-21. Se olhássemos apenas em Daniel acharíamos que haveria de
ter uma ressurreição geral, ou seja, todos ressuscitarão num mesmo dia, pois nenhum
intervalo nos é informado por parte do profeta. Ele apenas está mencionando o fato de que
realmente existe a ressurreição e não determina o fator tempo.
10
A mesma coisa podemos deduzir em alguns versículos do Novo Testamento, como por
exemplo Jo 5.28,29. Ali Jesus Cristo também está enfatizando a realidade das duas
ressurreições, para a vida e para a morte, porém não está declarando o fator tempo novamente.
Aparentemente ambas irão acontecer num mesmo determinado momento.
Encontramos no Novo Testamento a declaração da existência de duas ressurreições
que estão destinadas para o futuro da humanidade, sendo elas: a ressurreição para a vida e a
ressurreição para a morte, ou como também são conhecidas de a primeira ressurreição e a
segunda ressurreição, respectivamente. Mas encontramos finalmente a revelação de que não
acontecem num mesmo determinado dia ou momento. Ambas são separadas por um período
de mil anos (Ap 20.4,5). Caso não existisse esse versículo na Palavra de Deus uma grande
incógnita estaria sobre este ensino. Graças a Deus por esta revelação!
Em primeiro lugar acontecerá a ressurreição para a vida. Esse acontecimento se dará
na Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo (1Ts 4.15,16). Participarão desta ressurreição
somente os que são salvos em Cristo Jesus.
Após esse acontecimento estará ocorrendo na terra a chamada tribulação.
Logo em seguida ocorrerá o reino milenar de Cristo nesta terra.
Finalmente, em segundo lugar, a ressurreição para a morte, ou ressurreição para a
condenação, ou a segunda ressurreição, mil anos depois de haver ocorrido a primeira
ressurreição, a dos justos (Jo 5.29; Ap 20.7-15). Os participantes desta segunda ressurreição
são todos os incrédulos de todas as dispensações, de todas as eras, desde o início da
humanidade até a consumação dos tempos.
Esclarecendo Ap 20.4,5 notamos: aqui nos é informado que tronos são colocados no
espaço celestial e assentados nestes tronos aqueles a quem foram dados tal autoridade. Jesus
Cristo será o juiz (Jo 5.22) e os demais tronos caberão a Igreja também julgará nesta
oportunidade (1Co 6.2,3). As “almas dos decapitados” são os mártires da tribulação. Estes
viveram e reinaram com Cristo por mil anos. Todos aqueles que não ressuscitaram nesta
ocasião, ou seja, todos os mortos incrédulos, somente seriam ressuscitados após o período de
11
mil anos.. Então o escritor declara: “ Esta é a primeira ressurreição”, ou seja, ele está se
referindo não aos mortos depois dos mil anos, mas sim àqueles que viveram e reinaram com
Cristo os mil anos, a saber, a Igreja, os mártires da tribulação e os crentes do Velho
Testamento.
IV. PROBLEMAS SOLUCIONADOS
Muitos alegam haver problemas no ensino das ressurreições e para tal apontam para
certos versículos da Palavra de Deus e dizem ser incoerentes para com os demais escritos.
Vamos verificar alguns destes versículos e responder algumas das perguntas mais difíceis
apontadas por eles.
1. O Velho Testamento Ensina uma Ressurreição Geral?
Não encontramos nas páginas do Velho Testamento nenhuma referência relacionada
ao elemento tempo referente nas ressurreições. Esse elemento só nos vem por meio da
revelação do Novo Testamento. Aqueles que ensinam ou defendem a doutrina de uma
ressurreição geral usam certas passagens para isso. Vejamos o que realmente elas nos ensinam
com respeito a pergunta levantada:
“Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para
vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do
firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente”
(Dn 12.2,3).
Por meio destes versos aparentemente nenhuma distinção de tempo é feita. Baseados
nisso, defendem que uma ressurreição geral é ensinada neste trecho.
Há, porém, alguns detalhes que devem ser esclarecidos quanto a estes versículos.
Notemos: os versos apontam para “ muitos dentre”, isso signifi ca que alguns serão deixados,
pois esses “ muitos” ressuscitarão para a vida eterna. Mas aqueles que não fizerem parte desses
12
“muitos”, ou seja, o resto dos que dormem, todos os que não ressuscitarem nessa hora,
receberão a ressurreição para “ vergonha e horror eterno”. Percebemos nitidamente que aqui
não acontece uma ressurreição geral, pois quando se usa as palavras no sentido de “muitos
dentre” significa que aqueles que não ressuscitaram continuam dormindo no pó da terra. O
profeta Daniel está apenas nos informando que a ressurreição irá acontecer, fala da sua
universalidade, não especificando, porém, o momento exato ou as horas de tais
acontecimentos.
Como seria uma melhor tradução desta passagem que aparentemente nos apresenta ser
tão difícil? Alguns dos mais conhecidos mestres do hebraico traduzem esta passagem da
seguinte maneira:
“ E (nessa ocasião) muitos (do teu povo) despertarão (ou serão separados) de entre os
que dormem no pó da terra. Esses (que despertarem) serão para a vida eterna, mas aqueles
(que não despertarem nessa ocasião) serão para o desprezo e vergonha eternos”
Torna-se claro para nós, então, que nem todos serão ressuscitados nesta ocasião, mas
apenas “ todo aquele que for achado inscrito no livro” (Dn 12.1).
Agora, olhando o versículo de forma mais literal temos uma conclusão do fato:
“Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns (literalmente aqueles que
despertarem nesta ocasião) para a vida eterna, e outros (literalmente aqueles que não
despertarem nesta ocasião) para vergonha e horror eterno”.
2. Jesus Cristo Ensinou uma Ressurreição Geral?
“ Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos
túmulos ouvirão a sua voz e sairão:os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e
os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (Jo 5.28,29).
Aqui, argumentam que Jesus Cristo usa a palavra “ hora” indicando que isso exige a
ressurreição geral, tanto de crentes como de incrédulos.
13
Jesus simplesmente usa a palavra “ hora” não s e importando com o período de tempo
descrito, da mesma forma que faziam os vários escritores do Velho Testamento. Eles
descreviam os acontecimentos futuros todos juntos, sem fazer tal diferenciação. Ele não está
se referindo a hora em que as ressurreições acontecerão, está falando sim, da universalidade
da mesma, e as diferenças entre uma e outra. A Bíblia é clara quanto a haver um intervalo de
mil anos entre as duas ressurreições (Ap 20.4-6).
Alguns objetam que a primeira ressurreição mencionada aqui é espiritual. Agora,
afirmar isso é distorcer totalmente o sentido das Escrituras, pois elas nos declaram que certas
pessoas ressuscitarão e viverão e reinarão com Cristo por mil anos e que o restante dessas
pessoas não ressuscitará até que se complete esse período de mil anos. Se esta passagem está
no sentido espiritual, então a segunda ressurreição também tem que estar nesse mesmo
sentido. Ninguém concordaria que a segunda parte é espiritual, logo a primeira parte também
não o é.
Sabemos que haverá um julgamento final, escatológico, para fazer a separação entre os
bons e os maus, entre os justos e os injustos (Ap 20.4-6,11-15).
3. Jesus Cristo foi Realmente o Primeiro a ser Ressuscitado de Entre os Mortos?
“Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que
dormem” (1Co 15.20).
Aqueles que querem dizer que há uma contradição nesta passagem objetam que
existem muitas outras ressurreições mencionadas na própria Bíblia e que estas aconteceram
bem antes da ressurreição de Cristo. como é que isso pode ser solucionado?
Antes de responder, temos que entender o significado da palavra usada pelo apóstolo
Paulo aqui, “ primícias”, o que isso vem a ver?
Esta expressão nos faz lembrar do ensino do Velho Testamento, sobre a chamada
“Festa das Primícias”. Esta festa que os judeus celebravam tinha a finalidade de celebrar a
consagração de toda a colheita a Deus e serviam como um penhor, ou mesmo uma garantia,
14
da totalidade da colheita que ainda haveria de ser ceifada (Lv 23.9-14). Os judeus tinham,
portanto, ofereciam os primeiros frutos a Deus antes mesmo que eles pudessem se aproveitar
e apossar da colheita. O que ocorria era que em geral as primeiras espigas eram as mais
bonitas e as maiores e pelo ensino encontrado em Levítico, elas pertenciam a Deus,
primeiramente. Mais tarde, quando a colheita toda fosse completa, eles poderiam utilizar-se
da mesma. Primícias quer dizer primeiro; os primeiros frutos colhidos; as primeiras
produções.
Segundo o ensino encontrado em Levítico entregando as primícias a Deus, era sinal de
que uma colheita certa, maior ainda haveria de vir. Da mesma forma, encontramos o
significado disto nas páginas do Novo Testamento que nos dão uma compreensão melhor:
“ Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que
fôssemos como que primícias das suas criaturas” (Tg 1.18). “ São estes os que não se
macularam com mulheres, porque são castos. São eles os seguidores do Cordeiro por onde
quer que vá. São os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o
Cordeiro” (Ap 14.4).
Pelos versículos acima percebemos ou somos informados de que um grupo maior virá
ainda. Se tem as primícias, tem colheita. Se tem as primícias de entre os mortos, ainda teria
mais pessoas, um grupo muito maior ainda para ser colhido. E a ressurreição de Cristo se
tornou como um sinal, se tornou uma garantia, ou um protótipo da ressurreição vindoura de
todos os crentes. Percebemos com isso que Jesus Cristo foi o Primeiro a ser levantado dentre
os mortos para nunca mais vir a morrer (Rm 6.9-10). A ressurreição de Cristo, portanto,
garante a ressurreição de todos nós, mas é claro que no tempo certo designado por Deus.
Vamos agora esclarecer e responder a pergunta. No versículo citado acima como
sendo contraditório encontra-se a expressão “ dentre os mortos”. A ressurreição de Jesus
Cristo, foi a primeira ressurreição real. As demais ressurreições foram apenas casos de
ressuscitamento ou revivificação de um corpo que estava morto. Todos aqueles que passaram
por este processo vieram finalmente a morrer novamente. Isso não aconteceu com o Senhor
Jesus Cristo, pois a Sua ressurreição é referida como a de quem “ vive pelos séculos dos
séculos” (Ap 1.18). Os corpos daqueles que foram ressuscitados morreram novamente., em
contraste com o corpo de Jesus Cristo, o qual é imortal. Ele recebeu um corpo glorioso, onde
15
podia aparecer e desaparecer diante das pessoas ou até mesmo vir a entrar num local fechado
(Lc 24.31; Jo 20.19). Nesse sentido, vemos que Jesus Cristo foi o Primeiro a ser ressuscitado
dentre os mortos para possuir uma existência glorificada, existência essa que nunca mais
poderá passar pela morte novamente como castigo pelo pecado (At 26.23).
4. Conheceremos Nossos Entes Queridos na Vida futura?
Primeiramente devemos entender que cada crente será semelhante a Cristo, ou seja,
nossos corpos serão semelhantes ao corpo glorificado e ressuscitado de nosso Senhor Jesus
Cristo.
Da mesma forma que o corpo de Cristo era um corpo literal, real (Lc 24.39), físico ou
reconhecível (Lc 24.31; Jo 20.16) e poderoso (Jo 20.19), assim será o nosso corpo.[5]
Vejamos: a primeira pessoa a ver Jesus ressuscitado foi Maria Madalena (Mc 16.9; Jo
20.11.-16). Como ela O reconheceu? Por meio de uma simples, mas poderosa palavra. O
Mestre chamou seu nome! Isso mesmo, ela O reconheceu em Seu corpo glorificado por Sua
Voz. Ela se lembrou do timbre da voz do Mestre que era o mesmo, também tinha o mesmo
tom, a mesma maneira própria de falar e pronunciar as palavras. Assim reconheceremos
nossos entes queridos em seus corpos glorificados por meio de suas vozes também.
No período da tarde nesse mesmo dia outras mulheres viram a Jesus ressuscitado e o
reconheceram pela audição, visão e pelo tato. Jesus Cristo falou com elas e elas “ abraçaramlhe
os pés, e o adoraram” (Mt 28.8-10).
Como Cléopas e o outro discípulo de Emaús reconheceram a Jesus Cristo depois de
ressuscitado? De uma maneira muito peculiar. Todos nós temos as nossas maneiras de fazer
as coisas, de andar, de falar, ninguém faz a mesma coisa exatamente igual ao outro. Temos
peculiaridades pessoais que são reconhecidas por nossos amigos. E estes dois discípulos de
Emaús reconheceram o Mestre em Seu corpo glorificado por meio do Seu partir do pão. Ora,
aqui em nossa cultura nós cortamos o pão e não partimos. Eles por certo já tinham visto várias
vezes a Jesus Cristo partir o pão em diversas ocasiões, por exemplo quando alimentou os
cinco mil homens e em outra vez quando alimentou a quatro mil. Provavelmente Jesus Cristo
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tinha uma maneira própria de partir o pão e eles O reconheceram assim. (Lc 24.35). Da
mesma forma, reconheceremos nossos entes queridos não apenas pela voz mas pela maneira
particular, própria que cada um realiza as coisas.
Os dez discípulos também reconheceram a Jesus quando Tomé estava ausente, como
foi isso? Eles O reconheceram por suas feridas, nas mãos e nos pés, suas cicatrizes. Também
Ele comeu na presença deles provando ter verdadeiramente um corpo glorificado que era real,
físico e literal (Lc 24.37-43). Assim também, da mesma forma, reconheceremos nossos entes
queridos.
E o que dizer dos muitos corpos de pessoas que foram ressuscitadas quando Jesus
Cristo ressuscitou? O que aconteceu ali? Esses corpos entraram na cidade e apareceram a
muitos, ou seja, várias pessoas viram estes corpos e foram reconhecidos por seus amigos.
Como podemos saber que eles foram reconhecidos por seus amigos? Ora, como o escritor
saberia que eles eram “ santos” e não pessoas comuns? (Mt 27.51 -53). Assim, reconheceremos
os nossos entes queridos.
Passados muitos dias Tomé também viu a Cristo. E o que provou ser Cristo mesmo?
Ele apareceu no meio deles, pois estavam num local fechado e pediu para que Tomé
apontasse para Suas cicatrizes e Seu lado ferido pela lança. Jesus tinha um corpo real, que
podia ser tocado, um corpo de carne e ossos, ainda com as cicatrizes, as marcas da Cruz (Jo
20.24-28). Foi imediatamente reconhecido por Tomé e nós também reconheceremos nossos
entes queridos.
Elias subiu ao céu com seu corpo (2Rs 2.11-18). E mais de 2.800 anos depois, no
Monte da Transfiguração, foi reconhecido juntamente com Moisés por Pedro, Tiago e João
(Mt 17.1-13). Sendo que eles nunca tinham visto eles antes, mas o reconheceram.
O ensino bíblico é claro e um forte alento para todos nós: iremos sim, reconhecer os
nossos entes queridos e ser reconhecidos por eles.
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CONCLUSÃO
As Escrituras são claras com respeito ao fato de haver uma ressurreição, e isso, tanto
para os justos como para os injustos. Não há como negar o fato da ressurreição. Não há como
negar que temos um Salvador ressurrecto dentre os mortos, pois negar a ressurreição de nosso
Senhor Jesus Cristo, faz com que nossa fé venha a se tornar inútil. Antes, porém, não existe
fato mais comprovador do que a ressurreição gloriosa, literal, real, física de Jesus Cristo.
Baseados no que vimos por meio deste pequeno estudo sabemos que há uma enorme
esperança para aqueles que já partiram com Cristo e para aqueles que um dia partirão caso o
arreabatamento não venha para a nossa geração.
Nosso dever é de preservar a verdadeira doutrina da ressurreição e não meras
especulações como fazem aqueles que querem tirar o crédito das Escrituras Sagradas.
Sejamos sóbrios e vigilantes. Assim como disse o Mensageiro Celeste ao profeta Daniel:
“ Sabe e entende”, devemos seguir este conselho e praticá-lo para com esta doutrina, e da
mesma forma para com toda a sã doutrina da Palavra de Deus.
A esperança que invade nosso coração caso não passemos pelo arrebatamento é
garantida, selada e confirmada pelas Escrituras e autenticada por Aquele que conquistou por
Sua vida a morte.
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CITAÇÕES
[1] ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo, S.P.: Sociedade Religiosa Edições
Vida Nova, 1999, p.504.
[2] PENTECOST, J. Dwight. Manual de Escatologia: uma análise detalhada dos eventos futuros. São Paulo,
S.P.: Editora Vida, 1998, p.409.
[3] SUMMERS, Ray. A Vida no Além. 2a ed. Rio de Janeiro: JUERP., 1979, p.81.
[4] PENTECOST, J. Dwight. Manual de Escatologia: uma análise detalhada dos eventos futuros. São Paulo,
S.P.: Editora Vida, 1998, p.410.
[5] Paráfrase baseada no Dr. Ernesto L. Tiffany.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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1985.
BÍBLIA. Português. A Bíblia com Anotações de Scofield. São Paulo: Imprensa Batista Regular, 1983.
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BÍBLIA. Português. Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri: Editora Cultura Cristã e
Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.
BROWN, Colin. Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Sociedade
Religiosa Edições Vida Nova, 1981.
DOUGLAS. O Novo Dicionário da Bíblia. 3 ed. São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Vida Nova,
1979.
ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo, S.P.: Sociedade Religiosa
Edições Vida Nova, 1999.
EVANS, William, CODER, S. Maxwell. Exposição das Grandes Doutrinas da Bíblia. São Paulo:
Editora Batista Regular, 2000.
LADEIRA, Francisco de Assis. As Coisas que em Breve Devem Acontecer. Carapicuíba, São Paulo:
Edição do Autor, 1979.
LANGSTON, A. B. Esboço de Teologia Sistemática, 5 ed. Rio de Janeiro, JUERP, 1977.
PENTECOST, J. Dwight. A Sã Doutrina. São Paulo: Editora Mundo Cristão, s.d.
____________________. Manual de Escatologia: uma análise detalhada dos eventos futuros. São
Paulo, S.P.: Editora Vida, 1998.
RIENECKER, Fritz. Chave Linguistica do Novo Testamento Grego. São Paulo: Edições Vida Nova,
1985.
SUMMERS, Ray. A Vida no Além. 2a ed. Rio de Janeiro: JUERP., 1979.
THIESSEN, Henry Clarence. Palestras Introdutórias à Teologia Sistemática. São Paulo: Imprensa
Batista Regular, 1987.
TURNER, Donald D. I Epístola aos Coríntios. São Paulo: Imprensa Batista Regular, IBB, 1984.

Um comentário:

  1. Graça e paz!
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